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Política - Geral

 

Quarta-feira, 06 de Novembro de 2019

Dilma reage à tentativa da PF de prendê-la: "estarrecedor!"

Foto de Wilson Dias - Ag. Brasil
Foto de Wilson Dias - Ag. Brasil

Em carta divulgada na noite de terça-feira (5), a assessoria da ex-presidenta Dilma Rousseff diz ter se surpreendido com o pedido feito pela Polícia Federal para que fosse presa preventivamente ao lado de outros investigados da Lava-Jato. Embora assinada pela ex-presidenta, a carta se refere a ela na terceira pessoa: o ato encaminhado ao STF e negado pelo juiz Edson Fachin teve viés político e atendia ao interesse do ex-juiz e hoje ministro, Sérgio Moro, de criar um fato político novo de modo a abafar escândalos envolvendo o governo Bolsonaro e especialmente sua família - como a relação com a morte de Marielle que é objeto de investigação.



O que surpreende no pedido é que Dilma não é investigada no processo, mas figura como testemunha. Isso, para a defesa, confirma a tese de busca por tentar criar um escândalo político.

Leia abaixo a manifestação na íntegra:

"É estarrecedora a notícia de que a Polícia Federal pediu a prisão da ex-presidenta Dilma Rousseff num processo no qual ela não é investigada e nunca foi chamada a prestar qualquer esclarecimento.

A ex-presidenta sempre colaborou com investigações e jamais se negou a prestar testemunho perante a Justiça Federal, nos casos em que foi instada a se manifestar.

Hoje, 5 de novembro, ela foi convidada a prestar esclarecimentos à Justiça, recebendo a notificação das mãos civilizadas e educadas de um delegado federal. No final da tarde, soube pela imprensa do pedido de prisão.

O pedido de prisão é um absurdo diante do fato de não ser ela mesma investigada no inquérito em questão. E autoriza suposições várias, entre elas que se trata de uma oportuna cortina de fumaça. E também revela o esforço inconsequente do ministro da Justiça, Sérgio Moro no afã de perseguir adversários políticos. Sobretudo, torna visível e palpável o abuso de autoridade.

Ainda bem que prevaleceu o bom senso e a responsabilidade do ministro responsável pelo caso no STF, assim como do próprio Ministério Público Federal.

Assessoria de Imprensa

Dilma Rousseff

 

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