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Greve Geral, na Globo, vira "paralisação"
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Política - Geral

 

Sábado, 18 de Março de 2017

Da série: Boi na Linha

Por Fábio Lau

Da série: Boi na linha



Por Fábio Lau

De novo a PF e a Justiça Federal atacam setor importante da economia e o destroem, a título de combater a corrupção. Os EUA agradecem. Petróleo e engenharia sofreram o golpe - e eram igualmente importantes na balança comercial. E a agenda não acabou. Soja, minério de ferro, cana, aviões (Já tentaram, mas não destruíram), automóveis. Em tudo isso haverá corrupção. Mas em vez de prenderem corruptos (fiscais e empresários) e deixar a máquina andar, enterram a máquina.



Trata-se do receituário da Lava-Jato xerocado. Acrescido ainda de um pergunta: por que, se a PF investigava há dois anos, não apresentou um só laudo que comprove por exemplo, a história bombástica de que papelão moído era misturado com a carne? Esta é a cereja do bolo da operação. Dois anos e ela fez o que neste tempo que não correu no produto vendido no mercado interno e externo para comprovar?

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Teria a PF nos permitido comer "papelão" neste período? Em outros tempos o nome disso seria prevaricação.

A inexistência de maiores provas sobre eventuais problemas das empresas se verifica quando a PF diz quais serão os próximos passos agora que a carne brasileira foi para o esgoto:

excesso de água, inobservância da temperatura adequada das câmaras frigoríficas, assinaturas de certificados para exportação fora da sede da empresa e do Ministério da Agricultura, sem checagem in loco, venda de carne imprópria para o consumo humano". Se o estágio ainda é esse, por que de tanto grito?

O setor agropecuário foi dos primeiros, especialmente motivado pela bancada do boi, a aderir ao golpe político em curso. Ser vítima dele neste tempos seria uma espécie de justiça do cosmos - quando o destino se encarregar de aplicar eventual punição - como explicaria um espiritualista.

Mas não se justifica a demissão em massa que se seguirá a partir da paralisação de mais este setor da economia. Prender os culpados, aqueles que se beneficiavam do esquema, especialmente fiscais sanitários e empresários, deveria ser a regra. Como fizeram, há alguns anos, com aqueles que colocavam formol no leite de uma famosa produtora em 2014, lembra?

 

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