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Política - Geral

 

Sexta-feira, 14 de Julho de 2017

Cunha confirma: deputados receberam propina para votar a favor do impeachment

Da Redação

Milhões de reais foram despejados no parlamento brasileiro para "convencer" parlamentares a votar a favor da proposta de "impeachment" contra a presidenta Dilma Rousseff. E revelação consta da delação premiada do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que está preso em Curitiba. Segundo revelam fontes que tiveram acesso a parte da delação, os nomes são muitos e diante deles consta o valor correspondente à propina. O nome de Michel Temer figura também como um agente protagonista na corrupção. A imagem do golpe, chamado de impeachment, é uma das páginas mais melancólicas da política brasileira. Quantos foram os parlamentares e quanto receberam são informações ainda sigilosas.


Segundo se comenta em Brasília, a proposta de delação já teria sido aceita pela Procuradoria Geral da República. A delação de Cunha era o temor maior do ilegítimo Michel Temer que deixou isso claro durante a conversa gravada com Joesley Batista: "você precisa manter isso aí, viu?", disse sobre a propina paga a Cunha mesmo na prisão.

O jornalista Ricardo Noblat, do Globo, afirmou que Cunha "não se limitou a dar os nomes - a maioria deles do PMDB. Citou as fontes pagadoras e implicou o presidente Michel Temer. Reconheceu que ele mesmo em alguns casos atuou para que os pagamentos fossem feitos".

Noblat diz ainda que Cunha "contou o que viu e acompanhou de perto e o que ficou sabendo depois. Não poupou nem aqueles deputados considerados mais próximos dele", uma forma de retaliar os que o abandonaram numa hora difícil - ele teve seu mandato cassado por 450 votos.

A pergunta que se faz é: diante da evidência de que houve corrupção no "convencimento" de deputados para votarem pelo impeachment o golpe não deveria ser anulado? Com a palavra o Supremo Tribunal Federal.

O acordo de delação premiada de Cunha, que é feito simultaneamente ao do operador Lúcio Funaro, que também está preso, podem servir de base para uma nova denúncia contra Michel Temer, a ser apresentada pela Procuradoria Geral da República. Janot tem apressado as representações contra Temer por conta da sua saída da PGR nos próximos dias.

A denúncia de Cunha sobre o impeachment só comprova ainda mais que tudo não se passou de um golpe. E fica uma certeza: se Temer, como revela Cunha, pagou para que derrubassem Dilma, desta vez ele pagou para se manter no governo - Aprovou R$ 134 milhões em emendas para que sepultassem o relatório de Sérgio Zveiter que pedia a continuidade das investigações que apontam para corrupção.

 

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