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Política - Geral

 

Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2019

Bolsonaro promove amigo que passa a ganhar mais de três vezes o salário na Petrobras

Bolsonaro e Carlos Victor - amizade de 30 anos
Bolsonaro e Carlos Victor - amizade de 30 anos

O presidente Jair Bolsonaro adotou a arte de praticar bullying conra o próprio eleitor. A turma que já encontra dificuldades em justificar apoio a um governo que tem atacado interesses dos mais pobres com a reforma da previdência e aumento do juro para a compra de imóveis, convive com novo aumento para gente próxima do ciclo do governo. Amigo pessoal de Bolsonaaro, Carlos Victor Guerra Nagem será o novo gerente executivo de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras. Assim, o salário do funcionário da estatal que era em torno de R$ 15 mil alcança agora R$ 50 mil - no minimo - segundo revelou o site Antagonista.



Além disso, o que não falta é treta no governo de Bolsonaro entre os novos integrantes e a polução em geral - leia aqui

Bolsonaro afirmou na noite de quinta-feira (10), em mensagem no Twitter, que o beneficiário, é capitão-tenente da reserva da Marinha e reuniria um currículo invejável - o mesmo argumento foi usado esta semana pelo vice-presidente Hanilton Mourão para garantir o patrocínio da promoção do filho no Banco do Brasil onde também triplicou o salário. .

De acordo com o currículo publicado pelo presidente, Nagem é funcionário da Petrobras há 11 anos, dos quais seis atuando na área de segurança corporativa. Ele é administrador graduado pela Escola Naval e capitão-tenente da reserva da Marinha.

O nome de Nagem será submetido aos procedimentos internos de governança corporativa da Petrobras, segundo o presidente.

Antes mesmo da posse de Bolsonaro e do presidente indicado por ele para a Petrobras, o economista Roberto Castello Branco, a então gerente de Inteligência e Segurança Corporativa da estatal, Regina de Luca, foi demitida do cargo no mês passado.

A executiva, que foi secretária nacional de Segurança Pública no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, teria sido desligada devido a proximidade com o PT.

Sem voto



Se o protegido de Bolsonaro é bom de currículo,o mesmo não se pode falar quando o assunto é voto. Candidato em duas eleições com as bençãos do hoje presidente, ele não conseguiu empolgar o eleitor do Paraná. Candidato a deputado estadual pelo PSC de Bolsonaro (à época), ele teve 1.129 votos. Mais tarde, na disputa por uma vaga na Câmara, viu o eleitorado cair para pouco mais de 500 votos.

 

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