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Terça-feira, 19 de Novembro de 2019

Bebianno diz, em entrevista, que Moro mentiu em depoimento na Câmara

PT pretende convocar Moro para depor
PT pretende convocar Moro para depor

Ex-jornalista da Band, Fábio Pannunzio acertou uma bala na mosca ao entrevistar o ex-secretário-geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno. O entrevistado afirmou que o ex-juiz Sérgio Moro teve pelo menos cinco encontros com o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, antes do resultado da eleição presidencial, quando já negociava sua ida para o governo Bolsonaro e, mais do que isso, admitia abandonar a magistratura.



Diante da revelação, o PT já articula para convocar Moro a prestar novo depoimento - agora em caráter oficial - à Câmara Federal.

Bebianno, que afirmara dias atrás ter muito a revelar sobre as eleições de 2018, disse que aliados tiveram um encontro na casa de Bolsonaro no dia do segundo turno. "Paulo Guedes me chama e diz 'quero conversar com um você um negócio importante'. Ele me contou já tinha tido cinco ou seis conversas com Sérgio Moro e que Moro estaria disposto a abandonar a magistratura e aceitar o desafio como ministro da Justiça", disse o ex-ministro.

Depois de aceitar o convite, Moro foi oficializado como titular da Justiça e Segurança Pública, que demonstrou claramente a sua intenção de interferir na eleição ao liberar a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci há uma semana do primeiro turno do pleito presidencial.

O ex-juiz vê seu desgaste cada vez maior desde junho, quando começaram a ser divulgadas pelo Intercept Brasil as irregularidades da Operação Lava Jato. Moro interferir no trabalho de procuradores, o que fere a equidistância entre quem julga e quem acusa.

De acordo com uma das reportagens do Interpet, em parceira com a Veja, o ex-juiz pediu o acréscimo de informações na elaboração de uma denúncia contra Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobrás para a construção de plataformas de petróleo.

Moro também sugeria a inversão da ordem das fases da Lava Jato e chegou a questionar a capacidade de uma procuradora em interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado sem provas para não disputar a eleição. Inclusive, uma das reportagens apontou que o procurador Deltan Dallagnol duvidava da existência de provas contra o ex-presidente no processo do triplex em Guarujá (SP).

 

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