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Política - Geral

 

Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018

A situação de Moro agride aos contribuintes

Moro: sugestão é tudo
Moro: sugestão é tudo


Por Fábio Lau

Moro é exemplo maior de que no Brasil vale a "sugestão". O juiz do processo jurídico/político mais importante da história decide virar ministro. Mas, para tanto, não sai da magistratura. Tira férias. Estica a permanência no cargo sob a alegação de que corre riscos e, sendo assim, não pode deixar a família desamparada em caso de infortúnio. Diz também que não dispõe de recursos para chegar ao próximo mês. Mas aí perguntamos: o que temos com isso?

Se ele corre riscos, como alega, o caso passa a ser de polícia e não mais de sustento familiar. Ao aceitar ser ministro Moro deve arcar com o ônus da decisão - e não agir como se a sociedade deveria ser sua sócia.

O cidadão, que trabalha no regime da CLT, quando muda de emprego fica muitas vezes dois meses ou mais sem receber. É o tempo de encerrar um trabalho, cumprir aviso prévio e só aí poder sair.

Assim ocorreu com este trabalhador de carteira assinada quando muitas vezes decidiu mudar de jornal, por exemplo. A vantagem financeira furura vai para o espaço e só se recompõe em dois ou três meses. É do jogo do trabalhador/profissional.

No caso de Moro, onde acha que o ônus é nosso, o mundo jurídico assiste estupefato a decisão do sujeito: abocanhar salário sem trabalhar, e atuando na área pública a título de participar da "transição (transação)". Mas não há reação. . Vale a sugestão - como ocorre nas ruas e becos onde predomina a malandragem.

O que ele acumulou recebendo em auxílio moradia tendo imóvel próprio seria suficiente para viver confortavelmente enquanto o salário de ministro não vem - até no exterior. Mas ele acredita que "por tudo que fez e faz ao país (e a Bolsonaro) merece mais esta vantagenzinha. E tem eleitor honestíssimo que pensa a mesma coisa..

Ok, o CNJ decidiu interpelar Moro: o corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, decidiu que o juiz de primeira instância Sérgio Moro, futuro 'superministro' da Justiça do governo Bolsonaro, deverá prestar esclarecimentos sobre as possíveis atividades político-partidárias em que o magistrado teria se envolvido ao aceitar compor o novo governo.

Moro foi chamado para negociar o cargo com a campanha de Bolsonaro ainda durante o primeiro turno das eleições, época em que o vazamento à imprensa da delação do ex-ministro Antonio Palocci à Operação Lava Jato entrou nas campanhas eleitorais. Após as eleições e oficializada sua nomeação, Moro pediu férias do cargo para organizar a transição, embora devesse ter se exonerado do cargo de juiz.

Não é nada, não é nada.... não é nada!

 

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