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Política - Geral

 

Quinta-feira, 06 de Junho de 2019

A história do golpe político é narrada agora no canal Netflix - vídeo


Qual será o encaminhamento que a cineasta brasileira Petra Costa dará ao badalado documentário "Democracia em Vertigem" que estreia na Netflix? Terá ela uma visão pragmática como a do filme da Lava-Jato, que segue a leitura imposta pela grande mídia e trata o golpe político? Ou fará uma leitura realista onde, com o passar do tempo, ficou evidente que a destituição de Dilma Rousseff foi um golpe engendrado para tirar o país dos trilhos do desenvolvimento e do protagonismo internacional?


A gigante do streaming de filmes e séries Netflix anunciou o lançamento de Democracia em Vertigem para o próximo dia 19. O longa, cuja narrativa ainda soa incerta, mostra que a ruptura política acabou por fazer o país desembarcar em uma aventura chamada Jair Bolsonaro (PSL). O que, em outras palavras, não remete a uma verdade absoluta.

Após estreia no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, o jornal The New York Times teceu elogios sobre o longa. "Um documentário absolutamente vital (.) Petra usa seu filme para explicar a história complicada do Brasil e avisar que mesmo uma democracia aparentemente estável e próspera pode cair no caos em instantes", disse o crítico Noel Murray. Já a revista Variety posicionou a cineasta em uma lista de "10 documentaristas para assistir em 2019".

A crítica mais chocante veio do portal também norte-americano Indie Wire: "Uma visão assustadoramente pessoal sobre o início de uma ditadura de extrema-direita". Petra Costa aproveitou o envolvimento de sua família com setores políticos para aprofundar as relações de poder em sua obra. O acesso a este mundo garante uma visão pessoal para explorar a crise política instalada no país.

A visão pessoal, portanto, não mantém compromisso com a verdade histórica. O que é realidade.

O tom pessoal aparece já no trailer divulgado hoje. "Eu e a democracia brasileira temos quase a mesma idade. Eu achava que nos nossos 30 e poucos anos, estaríamos pisando em terra firme. Eu tinha 19 anos quando o Lula foi eleito. Me lembro da euforia. Parecia um grande passo para a nossa democracia. Milhões de pessoas saíram da pobreza, a taxa de desemprego atingiu o menor índice da história e o Brasil emerge como um dos protagonistas no cenário mundial", afirma a cineasta.

Entretanto, algo mudou neste caminho. "Todos nós seremos julgados pela história", afirma a primeira presidenta da história do Brasil, Dilma Rousseff. Petra segue: "Algo no nosso tecido social começa a mudar. O país se divide e esse muro da lugar a um abismo".

Com RBA

 

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