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Política - Geral

 

Terça-feira, 09 de Julho de 2019

A frase enigmática de Fachin que a velha mídia preferiu não ouvir

Teori e Fachin: quem sabe demais morre
Teori e Fachin: quem sabe demais morre
Por Fábio Lau

O enigmático discurso de Edson Fachin na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, o mesmo que aumentou a pena sobre Lula em tempo recorde, não foi devidamente destrinchado pela mídia. Mas ele exige uma reflexão. O nome do ministro do STF foi amplamente divulgado na semana passada em mais um vazamento da Vaza-Jato que é assunto político mais importante. O ministro é chamado de "nosso" pelo procurador Deltan Dallagnol dando a indicação de que estaria fechado com a Lava-Jato. Mas a fala de Fachin buscou um novo enredo.


Disse Fachin que juízes cometem erros e devem sim ser punidos. Sua fala, embora sem nome de fundo, indica que fez referência ao fato de Moro e Dallagnol contabilizarem sua performance como a de um aliado incondicional - imagem que está agora vinculada não só ao ministro como ao seu colega de toga, Luiz Fux.

Fachin lembrou de seu colega do STF, Teori Zavascki, que morreu em acidente aéreo. Teori era dos poucos ministros - ou o único - a peitar os desmandos de Moro e da Lava-Jato. Sua morte foi lembrada por Fachin com a seguinte frase: "Aqueles que sabem demais às vezes se vão".

Em sua fala no TRE-PR, Fachin foi claro: "Juiz algum tem uma Constituição para chamar de sua. Juiz algum tem a prerrogativa de fazer de seu ofício uma agenda pessoal ou ideológica. Se o fizer, há de submeter-se ao escrutínio da verificação."

O mais curioso no discurso, no entanto, foi o tom da homenagem que Fachin fez ao colega que o antecedeu na relatoria, Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em janeiro de 2017, em Angra dos Reis.

Na reprodução do UOL:

Ao final, ele prestou uma homenagem a Teori Zavascki, ministro do STF e ex-relator da Lava Jato que morreu em um acidente aéreo em 2017. Teori foi comparado a Sérgio Vieira de Mello, funcionário brasileiro da ONU (Organização das Nações Unidas) que pregou a paz, mas morreu num atentado a bomba em Bagdá, Iraque, em 2003. "Vieira de Mello sabia demais", afirmou Fachin, após citar as reuniões que o brasileiro manteve com líderes mundiais em busca da paz no Iraque. "Aqueles que sabem demais às vezes se vão. O destino foi cruel com o ministro Teori Zavascki."

O filho de Zavascki, Francisco, que é advogado, relatou em redes sociais que o pai vinha recebendo ameaças e, um ano depois da morte de Teori, continuava acreditando na possibilidade de homicídio.

 

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