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Quinta-feira, 25 de Julho de 2019

Expulso do DEM, hacker de Ribeirão Preto já foi acusado de abuso sexual

Walter Delgatti Neto gosta de dizer que é investidor e de exibir uma arma, que é de ar comprimido (Imagem: Reprodução / Internet)
Walter Delgatti Neto gosta de dizer que é investidor e de exibir uma arma, que é de ar comprimido (Imagem: Reprodução / Internet)


Um dos quatro homens presos pela Polícia Federal acusados de hackear os celulares de Sérgio Moro e outras autoridades, Walter Delgatti Neto, que era filiado ao Partido dos Democratas (DEM) e foi expulso da legenda nesta sexta-feira, já foi acusado de abuso sexual. A notícia foi tornada pública pelo site A Cidade On, de Ribeirão Preto. Walter tem 30 anos e é conhecido como "Vermelho" por manter uma barba com esta coloração. Contador de histórias, dizia ser estudante de Medicina, ser investidor e ter contas na Suíça.


Walter foi preso na manhã de terça-feira (23), em um apartamento de um condomínio na avenida Leão XII, na zona Leste de Ribeirão Preto. O imóvel fica ao lado de uma grande universidade e próximo a avenida Castelo Branco. Porteiros e moradores do edifício, que conversaram com o ACidade ON, confirmaram que Walter era visto com frequência no local.

Em 2015 ele foi acusado por uma adolescente de tê-la dopado e feito sexo não consentido com ela, além de ter filmado o ato. O vídeo ele exibiu para o próprio irmão que seria namorado da jovem. O namorado foi acusado de agressão porque ele teria então atacado a menor.

Ao todo, ele já passou pela cadeia três vezes. Em 2013, preso em flagrante por receptação e falsificação de documentos. Em 2015, quando foi encontrado em sua casa medicamentos de uso restrito, receitas médica e uma carteirinha falsa de estudante de medicina da USP. Já em 2017 ele foi denunciado por tráfico de drogas e falsificação de documentos, crimes pelos quais se tornou réu e teve prisão preventiva decretada.

Seu perfil na internet o aproximava dos eleitores de Jair Bolsonaro. Gostava de ostentar armas. Vale lembrar que o partido ao qual era filiado é o mesmo do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Ele foi o único dos quatro presos que admitiu oficialmente ter hackeado o celular de autoridades. Gustavo Henrique Elias Santos alegou que não tem relação com as invasões e ainda disse que viu algumas das mensagens vazadas no telefone de "Vermelho".

"O próprio Vermelho -apelido de Delgatti Neto - mostrou algumas coisas para ele, e ele assustou e falou: 'Meu, cuidado com isso aí porque pode dar problema'. Na verdade, ele não acreditou naquilo, mas, pelo que foi narrado, mostraram algo para ele a respeito disso", disse Ariovaldo Moreira, advogado de Santos.

 

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