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Política - Eleições

 

Segunda-feira, 14 de Setembro de 2020

Esquerda pode estar unida no Paraná nas eleições de 2020

Paulo Opuszka do PT é nome cotado para unificar (foto do diretório do PT)
Paulo Opuszka do PT é nome cotado para unificar (foto do diretório do PT)
Por Fábio Lau

Os partidos de esquerda poderão estar unidos nas próximas eleições pelo menos na cidade de Curitiba, capital do Paraná. Uma nota da organização Consulta Popular faz este apelo e alerta para a união da direita em torno do atual prefeito, Rafael Greca (DEM) e do bolsonarista, o delegado Francischini (PSL. Ambos têm a simpatia do atual governador, Ratinho Júnior (PSD).


Um dos nomes que entraram na roda do debate sobre a candidatura única foi o do advogado e professor de Direito, Paulo Opuszka. Ele é pré-candidato à Prefeitura pelo PT e visto como um de maior chance de crescimento. O presidente municipal do PT em Curitiba, Angelo Vanhoni,, é um dos articuladores que buscam a candidatura única. O PSOL lançou Letícia Lanz, uma mulher trans de 68 anos e que será a primeira a disputar uma prefeitura de capital. Há quem defenda a unificação das duas chapas.

Há discussões em torno desta união em todo o país, mas a tendência é que as principais legendas tenham representação própria e só se unam caso uma delas consiga chegar ao segundo turno. O caso do Rio de Janeiro é dos mais problemáticos já que as duas candidaturas que lideram a corrida para a combalida cidade são de direita - o atual prefeito Crivella e o ex-prefeito, Eduardo Paes (DEM).

Nota da organização Consulta Popular sobre a unidade da esquerda nas eleições de Curitiba

Diante de uma conjuntura de avanço do conservadorismo e do neofascismo na sociedade e política brasileiras, as eleições municipais de 2020 ganharam um caráter relevante para as organizações progressistas.

Levanta-se diante de nós a responsabilidade de acumular forças para um projeto de sociedade mais justo e democrático, de respeito à vida, aos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras e de solidariedade popular.

É uma oportunidade de construir alianças e projetos que não visem somente à disputa de cargos, mas que representem um programa de disputa na sociedade. Esse contexto impõe às forças populares o desafio da unidade e da construção de saídas políticas coletivas para a crise que vive o povo brasileiro.

No Paraná, o período recente foi de gestões neoliberais, aliadas a Bolsonaro mesmo que de forma implícita, representadas por Ratinho Júnior (PSD), no governo do estado, e Rafael Greca (DEM), na prefeitura da capital, que implementaram um projeto privatista e empresarial.

A aliança entre esses dois símbolos da velha política tem se consolidado como grande ameaça conservadora com possibilidades de vitória, o que consolidaria a reeleição de Greca por mais quatro anos. Na extrema-direita, o bolsonarista Delegado Francischini (PSL) é a candidatura ainda mais anti-povo.

A unidade das forças populares é um princípio fundamental, submetido às condições históricas, mas, sem dúvida, neste momento essa questão se coloca acima da autoconstrução de nossas organizações.

Construir uma trincheira sólida de resistência contra o neofascismo e seus apoiadores é o grande polo unificador neste momento. Preparar a confiança entre as organizações de esquerda em torno de um projeto para o país e para as cidades é a construção necessária.

Acreditamos que a candidatura de Goura (PDT) reúne as características que nos permitem avançar em uma campanha unitária dos partidos e organizações de esquerda na capital. Pelos seus posicionamentos como vereador e, atualmente, como deputado estadual, mostra-se como um político coerente e defensor dos direitos da classe trabalhadora, da cultura e do direito à cidade.

Este histórico permite que as organizações progressistas e de esquerda, alcançando um leque bastante diverso, tenham condições de realizar uma aliança demonstrativa de uma grande novidade em Curitiba, um verdadeiro salto de qualidade no campo popular.

Candidatura da trans Letícia Lanz: união para decolar (foto reprodução)
Candidatura da trans Letícia Lanz: união para decolar (foto reprodução)  



Uma candidatura unificada da esquerda - em um contexto de profunda derrota ideológica e estratégica dos trabalhadores no período anterior -, auxilia no diálogo com a população, na apresentação de um projeto que não é fragmentado, mas que consegue apresentar as diferenças para o atual projeto para a cidade, de um Greca elitista a um fascista como Francischini.

As forças progressistas têm a possibilidade de fazer frente a esse projeto somente se vencerem a pulverização de candidaturas e apontarem um caminho de unidade!

A construção coletiva que rompa a histórica fragmentação é a única chance de imprimir um outro programa na cidade de Curitiba.

Unidade para avançar!
Unidade para derrotar o conservadorismo!
Pátria Livre, venceremos!

Curitiba, 14 de setembro de 2020

Organização Consulta Popular, instrumento político voltado para a construção de um Projeto Popular para o Brasil

Veja os ´números da última pesquisa amplamente favorável à direita:

Rafael Greca (DEM) - 40%
Ney Leprevost (PSD) - 10,8%
Gustavo Fruet (PDT) - 9,9%
Fernando Francischini (PSL) - 8,1%
Christiane Yared (PL) - 4,1%
Luizão Goulart (Republicanos) - 3,6%
Cida Borghetti (PP) - 2,3%
João Guilherme (Novo) - 1,8%
Caroline Arns (Podemos) - 1,6%
Renato Mocellin (PV) - 0,4%
Paulo Opuszka (PT) - 0,3%
Zé Boni (PRTB) - 0,3%
Letícia Lanz (PSOL) - 0,1%
Professor Eloy Casagrande - 0,1%
Confira os números no cenário sem a

 

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