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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2020

Candidata a vereadora é presa após denunciar marido por agressão - vídeo

Marido agressor - reprodução de vídeo
Marido agressor - reprodução de vídeo

A deputada federal do PCdoB do Rio, Jandira Feghali, denunciou no Youtube, em vídeo, a ação de um delegado de polícia civil, Michel Floroschk, que, diante da denúncia de que um marido tentara matar a esposa, em vez de agir contra o agressor, preferiu prender a vítima. Jandira revelou que Leda Mota, de 44 anos, é candidata a vereadora pelo PCdoB na cidade de Resende, no Rio. O marido, enciumado, quebrou móveis e uma mesa de vidro com o qual pretendia, com os estilhaços, ferir a vítima. Ele acabou preso. Mas ela também.



- Foram momentos de terror e, pior: na presença das duas filhas adolescentes! Disse Jandira.

A vítima, que chegou a filmar parte da agressão, telefonou para a PM. Levados para a delegacia, ela acabou confrontada pelo delegado ao tentar se valer o direito de ser ouvida por uma policial do sexo feminino.

A partir daí, segundo Jandira, o policial passou a questionar se ela queria mesmo denunciar o marido. Nervosa, ela usou de ironia. Foi quando o delegado resolveu prender a mulher usando como argumento o artigo do Código Penal 265 - ela teria tentado interromper um serviço essencial - que, no caso, ela em benefício da própria - o que deixa a versão ainda mais contraditória.

Leda passou a noite na delegacia e foi levada em um camburão para uma presença do juiz.

Em nota, a defesa da mulher afirmou que como não cabe prisão em flagrante no crime de desacato, o responsável pela lavratura do auto de prisão em flagrante, em verdadeira manobra jurídica, enquadrou o crime como interrupção de serviço público essencial (artigo 265, Código Penal), esse que possui pena máxima de cinco anos, portanto, forçando a possibilidade de prisão em flagrante.


Leda Mota - candidata agredida pelo marido e presa pelo delegado
Leda Mota - candidata agredida pelo marido e presa pelo delegado  



Jandira, que foi relatora da Lei Maria da Penha, disse que o delegado deveria ter enquadrado o marido na Lei para que ele, sim, pudesse ter sido preso.


 

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