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Política - Brasília

 

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2017

Gilmar não vê problema algum nisso. E o STF? Vê algum problema?

Da Redação

Sob as mesmas asas, o juiz e o futuro réu
Sob as mesmas asas, o juiz e o futuro réu

A ministra Carmén Lúcia disse outro dia que quando se desrespeita um juiz ele sente-se pessoalmente também ofendida. Deve estar se sentindo insultada até o último fio de cabelo, portanto. Afinal, não é todo dia que um juiz da Suprema Corte pega carona com um réu a quem irá julgar em breve. Numa situação limite, o ministro certamente buscaria meios próprios de viajar ou não viajaria. Até porque o motivo da viagem era um funeral e, principal homenageado, não iria - por razões óbvias - reclamar ausências.



Que Gilmar Mendes, o personagem em questão, não veja problemas em viajar com um réu a bordo do mesmo avião, isso é um problema dele. Deveria sentir-se envergonhado, mas não. Acha que pode tudo e está acima do bem e do mal. Paciência. Mas daí ao STF silenciar ele dá notória indicação do que acha: absolutamente nada. Tudo segue normal - pelo menos aos olhos dos senhores ministros.

O STF, que tem sido protagonista político nos últimos anos, pela ação e omissão, precisa assumir seu papel - e, com ele, seu silêncio. Fala muito, trabalha pouco e escolhe quando e como irá agir. Não é para isso, definitivamente, que o pagamos. E muito.

NdaR - Até porque, pela lógica do STF, parece que o pagamos para que nos comande a todos e nos mantenha calados e submissos.

NdaR 2 - Encaminhamos ao STF este questionamento e aguardamos sua resposta:

Diante da repercussão, nas redes sociais, que dão um caráter negativo à dita "carona" que o ministro do STF, Gilmar Mendes, tomou no avião oficial ao lado do presidente Michel Temer - que poderá vir a ser julgado pelo ministro, perguntamos:

- O STF (ou sua presidente) concorda com a posição de Gilmar de que não há nenhum problema, de qualquer ordem, nesta proximidade?

- Assim sendo, estaria facultado a todo e qualquer magistrado seguir na companhia de um réu desde que em uma causa justa como, por exemplo, velório de um chefe de estado?

- Não sendo, por outro lado, o motivo tão expressivo e singular tal companhia se faria "condenável ou reprovável?"

Sem mais
Aguardamos seu retorno para publicação junto a reportagem até às 17hs

 

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