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Política - Brasil

 

Terça-feira, 05 de Abril de 2016

TV Brasil surpreende e produz entrevista bomba com ministro da Justiça, Eugênio Aragão

Da Redação

Ministro: instituições não prestaram conta por terem servido à ditadura
Ministro: instituições não prestaram conta por terem servido à ditadura
Seria inimaginável ao telespectador mais atento assistir uma emissora da chamada mídia corporativa levar ao estúdio um ministro da Justiça com a desenvoltura e a franqueza de Eugênio Aragão. O carioca de 56 anos ocupou 50 minutos de programa diante do jornalista Luís Nassif, na TV Brasil, às 23 horas, e fez história: falou das instituições Justiça, Polícia Federal e do próprio Ministério Público, do qual é oriundo, com uma crítica pouco usual. E resumiu: estas instituições migraram da ditadura militar e foram recepcionadas pela democracia sem qualquer questionamento. E os efeitos negativos a gente percebe até hoje.

Em tom amistoso, mas sem olhar de frente seu interlocutor ou a câmera, Aragão revela, por exemplo, que os funcionários públicos destes órgãos jamais se viram obrigados a fazer uma autocrítica do serviço prestado à ditadura. Houve torturas, inquéritos fraudulentos, desaparecimentos e assassinatos tratados oficialmente como suicídio.

Sobre o novo ciclo, neste terceiro milênio, onde as três instituições hoje parecem combinar cada passo de um mesmo jogo, que sugere nos conduzir a um golpe político, ele demonstra preocupação:

- Constitucionalmente, a Polícia Federal só pode ser controlada externamente pelo MP. Este, pelo Judiciário. E quem é que controla o Judiciário? Quando um juiz, tomado por vaidade, comete excessos... quem é que irá questioná-lo? - Ele não citou Sérgio Moro.

Aragão lembrou que, no início do seu governo, o ex-presidente Lula sugeriu quebrar a caixa preta do Judiciário. Naquele momento foi interpelado pelo ministro do STF, Maurício Correa, que o atacou com sete pedras nas mãos:

- Desde então ninguém consegue questionar o Judiciário. Mas ela (a Justiça) precisa entender que não está acima dos interesses do povo. Na Alemanha um juiz, antes de proferir uma sentença, diz que aquela decisão representará o povo alemão. Não é o que ocorre no Brasil - diz.

Ele lamentou que setores estratégicos do país, como a construção civil, estejam em declínio por conta das investigações. Lembrou que nos EUA, por exemplo, as punições se restringe às pessoas e não aos negócios. Assim, preserva-se acionista, empregos e o próprio serviço de excelência. Ele citou o exemplo do escândalo da Sunamam, nos anos 80, que acabou com uma das principais indústrias do país - a mercante.

- O Brasil tinha uma das dez maiores produções de navio e uma frota invejável no Lloyds. Descobriu-se corrupção na Sunamam (Superintendência Nacional da Marinha Mercante). Em vez de apenas se punir os corruptos, promoveu-se o fechamento da empresa e a destruição dos estaleiros nacionais, uma perda enorme.


Ainda sobre o Ministério Público, do qual é oriundo, ele disse que houve uma invasão do serviço público pela classe média. Assim, as expectativas financeiras também chegaram de maneira acelerada elevando salários a valores compatíveis com a iniciativa privada - o que, para ele, é um erro.

Nassif lembrou o recente caso de um representante do MP que foi acusado de agredir a mulher e denunciado na Lei Maria da Penha. Aragão disse que o MP agiu conforme a lei poderia determinar.

 

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