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Política - Brasil

 

Quarta-feira, 27 de Novembro de 2019

Temer, de novo, admite que Dilma foi alvo de golpe

Temer e Cunha: acordo pelo golpe e tentativa de tirar o corpo fora
Temer e Cunha: acordo pelo golpe e tentativa de tirar o corpo fora

É a segunda vez que Michel Temer, em entrevista, assume que Dilma Rousseff foi derrubada do cargo de Presidenta do Brasil por conta de um golpe - ao qual os hipócritas preferem chamar "impeachment". Há dois meses, em sabatina no Roda Viva, ele disse: "O pessoal dizia 'o Temer é golpista' e que eu teria apoiado o Golpe. (...) O ponto é esse: eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo Golpe". Agora ele reforça a tese, sabida pelos críticos com um mínimo de coragem: a ação contra Dilma, deflagrada por Eduardo Cunha, ocorreu porque o PT não aliviou e decidiu apoiar o processo que levaria à cassação do parlamentar - hoje preso pela Lava-Jato em Curitiba.


A segunda fala do ex-presidente ilegítimo foi feita em entrevista à jornalista Andréia Sadi, na GloboNews. É quando fala sobre os bastidores do processo do impedimento de Dilma e, também, sobre a sua relação com o ex-deputado Eduardo Cunha, preso desde outubro de 2016.

Segundo Temer, Dilma só caiu porque a bancada do Partido dos Trabalhadores decidiu votar contra Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Câmara, em dezembro de 2015.

"Um equívoco do PT. Eu penso que, se o PT tivesse votado com ele naquela comissão, ele estava com boa vontade para eliminar o impedimento", afirmou.

NdaR - O PT honrou sua história ao entregar a cabeça de Eduardo Cunha - um crápula da política. É claro que custou o cargo da Presidência, mas teria sido fatal para sua história se tivesse poupado o criminoso. O problema do PT, portanto, foi outro: não privilegiar o parlamento e apostar que a direita seria cooptável. Era. Mas seria para outros presidentes também.

 

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