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Política - Brasil

 

Sexta-feira, 19 de Maio de 2017

Marta Suplicy recebeu mesada da JBS - vídeo

Martha e Marcio: mesada de R$ 200 mil
Martha e Marcio: mesada de R$ 200 mil

O dono da JBS, Joesley Batista afirmou, em depoimento na Procuradoria-Geral da República, prestado no dia 3 de maio deste ano, que pagou uma espécie de mesada à senadora Martha Suplicy (PMDB/SP) entre os anos de 2014 e 2015. Segundo seu relato prestado ao procurador Fernando Antonio Oliveira, a senadora inicialmente pediu ajuda para a campanha para a Prefeitura de São Paulo na qual acabou derrotada por João Dória. Ali, segundo o relato do empresário, ele entregou R$ 1 milhão como ajuda de campanha. Joesley diz, entretanto, que não tinha a intenção de colaborar porque seu negócio nada tinha a ver com prefeitura:



- Aceitei porque ela é senadora - disse.

Segundo o empresário, ela foi apresentado a senadora por Antonio Palocci em 2014. Ela era candidata ao senado. Na época ela pediu um milhão de reais para a campanha para o Senado quando se elegeu pelo PT.

A doação foi de R$ 500 mil em dinheiro do total de R$ 1 milhão (seria, portanto, ilegal). A partir de 2015, quando já estava no PMDB, ela era candidata à Prefeitura e pediu uma mensalidade de R$ 200 mil que foi paga religiosamente durante 15 meses (um total de R$ 3 milhões). O negociador era o marido da senadora, Marcio Toledo.

Joesley disse que se tornaram amigos. No depoimento, mais adiante, o empresário sugere que a mulher passou a ficar muito insistente com relação ao dinheiro. Ele dá a indicação de que chegava a ser inconveniente.

- Comecei a me afastar - disse.

O marido da senadora, Márcio, ligava para um agente da sua empresa, chamado Osvaldo, que fazia o pagamento em dinheiro.

Martha entrou para o PT em 1981. Na época era casada com Eduardo Suplicy. Em 2015, sem espaço para disputar a prefeitura, brigou com a legenda e migrou para o PMDB onde passou a ser uma ferrenha crítica de Dilma e do PT. Sua bandeira era a denúncia de corrupção do partido onde militou por três décadas. O que não deixa de ser uma ironia.

 

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