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Política - Brasil

 

Segunda-feira, 23 de Maio de 2016

Jucá mente em coletiva ao negar que tenha falado em parar a Lava-Jato

Da Redação

Romero Jucá negou que tivesse dito, durante o diálogo gravado com Sérgio Machado, que tivesse, em algum momento, falado em parar a Lava-Jato. Mas em um trecho do diálogo ele diz, claramente, que se fazia necessário derrubar o governo de Dilma Rousseff para poder "estancar essa sangria". A frase é dita quando revela que deveriam falar com advogados sobre a mudança de governo - pré-requisito para paralisar a Lava-Jato. O líder do DEM sugeriu que Jucá renunciasse ao ministério para não comprometer o governo Temer - já tão combalido. A hesitação de Temer revela que o presidente interino estaria inseguro com os efeitos do afastamento.

- Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. [...] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra... Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.

A estratégia de Jucá, combinada com Michel Temer e que gerou grande expectativa em todos os setores políticos e jurídicos, tem ainda um colorido mais golpista quando seu interlocutor, Sérgio Machado, arremata:

- Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer].

Esta constatação de Machado mostra que o grupo entendia que com Temer a Lava-Jato poderia então ser estancada. O próprio presidente interino aparece na operação como suspeito.

Na coletiva, Jucá foi irônico ao afirmar que permaneceria no governo para tentar ajudar a levantar a Bolsa. Ele havia sido informado por um jornalista da Folha que a notícia de sua queda fez a Bolsa cair.


Temer foi citado na Lava-Jato



Além de Jucá e outros sete ministros, o próprio Michel Temer foi citado na Operação Lava-Jato. Em planilhas apreendidas pela Polícia Federal na casa de um executivo da Camargo Corrêa, Temer é citado 21 vezes entre 1996 e 1998, quando era deputado pelo PMDB, ao lado de quantias que somam US$ 345 mil. A investigação ocorreu em 2009, durante a Operação Castelo de Areia, cujo alvo era a empreiteira, e apurava suspeitas de corrupção e pagamento de propina a políticos para obter contratos com o governo. Temer refutou as acusações e a Castelo de Areia não foi adiante.

Em 2014, a Operação Lava Jato prendeu três diretores da Camargo Corrêa e descobriu uma nova planilha que também apontava para Temer e políticos tucanos. O documento relaciona o vice-presidente a dois pagamentos de US$ 40 mil por projeto de pavimentação em Araçatuba e pela duplicação de uma rodovia em Praia Grande, cada um deles estimados em US$ 18 milhões.

 

Veja também:

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