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Política - Brasil

 

Quinta-feira, 30 de Junho de 2016

Federal prende Carlinhos Cachoeira. Crimes somariam R$ 370 milhões

Da Redação

Cachoeira é preso pela PF
Cachoeira é preso pela PF
A Polícia Federal e a PGR podem aplicar o maior golpe contra esquemas de corrupção envolvendo governos estaduais. O contraventor Carlinhos Cachoeira, que atuava em favor da empreiteira Delta, de Fernando Cavendish, foi preso na manhã desta quinta-feira (30) em Goiânia. Cachoeira esteve preso há dois anos na Papuda, em Brasília, acusado de integrar uma quadrilha que incluía também o então senador Demóstenes Torres - que acabou cassado. O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, e um grupo de aliados, figuraram como cúmplices de Cavendish em obras sob suspeita. Saiba mais

Durante o reinado de Carlinhos Cachoeira, quando chantageava e expunha político especialmente com câmeras escondidas, a Revista Veja figurava como sua principal aliada. À época foi dito que o contraventor gravava os políticos e, caso não fosse atendido, os chantageava. As imagens, expostas na Revista Veja, era a pá de cal em muitas das vítimas dos ataques do contraventor.

Em entrevista, os procuradores revelaram que as investigações relacionadas a Sérgio Cabral, que contratou obras da Delta no Maracanã, onde há suspeitas de superfaturamento, estariam sob cuidados de uma força tarefa criada para tratar da Lava-Jato no Rio de Janeiro.

O site Uol assim falou sobre as prisões:


Agentes da Polícia Federal prenderam nesta quinta-feira (30) o empresário Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, na residência dele em Goiânia, no início da Operação Saqueador.

Segundo a PF, no total, três pessoas foram detidas na operação. As identidades delas não foram divulgadas. A ação, deflagrada nesta manhã em pelo menos três Estados (GO, SP e RJ), tem cinco mandados de prisão. Dois deles são contra o empresário Fernando Cavendish, dono e ex-presidente da empreiteira Delta, e o lobista Adir Assad. Este último já foi condenado na operação Lava Jato. Ambos são considerados foragidos.

Os advogados de Cachoeira, Cavendish e Assad ainda não foram identificados e localizados. A PF não informou se eles já possuem defesa constituída para esse processo. Procurada pelo UOL, a assessoria de comunicação da Delta informou que a empresa, por enquanto, não pretende se pronunciar.

Os agentes da PF também estão mobilizados para cumprir cinco mandados de busca e apreensão. A apuração que resultou na Operação Saqueador é baseada em denúncias de desvio de dinheiro público e lavagem de dinheiro. Os crimes representam pelo menos R$ 370 milhões.

De acordo com a investigação, houve desvios em contratos públicos com a empreiteira Delta, que participou de várias obras realizadas com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

O juiz responsável pelo caso é Marcelo Bretas, da 7ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro. É ele também que está à frente das ações da Eletronuclear, desmembramento da Lava Jato.

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Carlinhos Cachoeira chegou a ser preso na operação Monte Carlo, em 2012, acusado de liderar uma quadrilha de jogos de azar em Goiás e no Distrito Federal. A ação desmontou a quadrilha, que se beneficiaria da relação com autoridades como o ex-senador Demóstenes Torres. Cachoeira é também alvo de diversos processos criminais na Justiça e já foi condenado a mais de 39 anos de prisão.

Operação Tabela Periódica

Também em Goiás, agentes da Polícia Federal realizam nesta manhã a Operação Tabela Periódica, uma ação de desdobramento da Lava Jato e que investiga investiga os crimes de cartel, fraude em licitações, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro em obras da ferrovia Norte-Sul.

São cumpridos 14 mandados de condução coercitiva em nove Estados, isto é, quando o investigado é levado para depor por força policial, e três de busca e apreensão. Além disso, são 44 mandados de busca e apreensão.


Amizade com Cabral



Cavendish é amigo do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral. Em 2012, uma foto divulgada por um dos rivais políticos de Cabral, o também ex-governador Anthony Garotinho, gerou grande repercussão. A imagem mostrava uma confraternização entre secretários de Estado da gestão Cabral, como Sérgio Côrtes (Saúde) e Wilson Carlos (governo), e Cavendish. Em clima de descontração, eles utilizavam guardanapos brancos na cabeça e aparentavam estar dançando.

O material gerou indignação e manifestações da oposição e de movimentos sociais. Na época, a Delta Construções foi investigada na Operação Monte Carlo por ter relações comerciais com Carlinhos Cachoeira, associado a um grande esquema de exploração de jogos de azar na região Centro-Oeste. Um ex-diretor da empresa chegou a ser preso. Pressionado, Cabral divulgou uma nota na qual afirmou nunca ter negado a amizade com Cavendish, mas que não misturava "amizade com interesse público".

"Nunca neguei minha amizade com o empresário Fernando Cavendish. Jamais imaginei e, muito menos tinha conhecimento, que a sua empresa fizesse negócios com um contraventor no Centro-Oeste brasileiro. Quando assumi o governo, a Delta já era uma das maiores empreiteiras do Rio e do Brasil. Nunca na minha vida misturei amizade com interesse público", diz o texto.

 

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