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Política - Brasil

 

Sexta-feira, 19 de Maio de 2017

Corrupção de integrantes do judiciário está sendo tratada com menor importância

Da Redação

Procurador defendeu medidas anti-corrupção
Procurador defendeu medidas anti-corrupção
Procurador e juízes já foram citados na delação de Joesley Batista, do bilionário grupo JBS, mas desprezados pela velha mídia. Segundo ele, pelo menos um juiz e procuradores tem "colaborado" com sua defesa informando sobre o andamento do processo com as acusações que pesam contra ele. Um procurador foi preso nesta quinta-feira (18). Ângelo Goulart Villela, que trabalha na Côrte Eleitora, foi preso pela manhã. Em 2016 ele chegou a ir à Câmara defender a campanha "10 Medidas contra a Corrupção".

Na gravação, Joesley fala sobre um juiz titular e outro substituto que estariam a seu serviço para protegê-lo de uma eventual condenação. O nome dos supostos magistrados não foram revelados. No caso do procurador ele é mais específico e chega a anunciar que pagava R$ 50 mil em mesada ao procurador para passar informações confidenciais.

Diante do caso, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recorreu a uma análise subjetiva: "a prisão teve um gosto amargo para o MP".

Diretor de Assuntos Legislativos da Associação Nacional dos Procuradores da República e assessor da Procuradoria-Geral Eleitoral, Villela integrou um grupo criado pela Procuradoria-Geral da República para "velar pela preservação do espírito do projeto inicial" da proposta, quando a Câmara sugeriu mudanças no texto.

Ele iniciou a audiência na Câmara dos Deputados saudando o "estimado colega e amigo" Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da operação "lava jato" e também participante da audiência.

"É preciso dar um basta no caixa dois, que acaba gerando um abuso do poder econômico e acaba sequestrando daqueles candidatos que querem participar de um pleito justo, limpo, equilibrado e de igual possibilidade de eles contribuírem no processo eleitoral", declarou.

Ainda estavam na Câmara, naquele dia, os procuradores Bruno Freire de Carvalho Calabrich, José Maria de Castro Panoeiro, Guilherme Guedes Raposo, Thaméa Danelon Valiengo e Roberson Pozzobon, além da subprocuradora-geral da República Luiza Cristina Frischeisen, coordenadora da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (que cuida da área criminal).


 

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