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Política - Brasil

 

Terça-feira, 03 de Março de 2015

Coleção de fuscas reaquece a procura do automóvel por ladrões - ouça aqui

Por Fábio Lau

Fusca verde: a paixão de Cabral no mundo da coleção
Fusca verde: a paixão de Cabral no mundo da coleção
Há uma semana uma notícia divulgada com exclusividade por Conexão Jornalismo mexeu fortemente com o emocional de um grupo de colecionadores de automóveis. Notícia tornada pública no livro "Escravos Sociais e Capitães do Mato", de autoria do advogado Sérgio Borges, revela que a quase extinção do automóvel fusca, nos anos 80/90, quando o roubo de fusquinhas liderava as estatísticas, ocorria por ação de maus policiais. Para muitos dos donos de carros da época o crime estaria relacionado à transformação do veículo mais popular da história do automobilismo em ultraleves ou bugres - conforme se dizia naquele tempo... Ouça a entrevista com Evaldo Cabral no final da reportagem.

Colecionador de fusca e apaixonado pelo modelo, Evaldo Cabral Gonçalves, dono do site fuscaverde.com.br, uma espécie de bíblia entre os colecionadores do carro, disse ter se surpreendido com a notícia: "Na época vivíamos constantemente a angústia de ter o fusca roubado ou furtado. No meu caso, em que raramente retirava o carro da garagem, a preocupação era menor. Mas muitos amigos perderam o carro e nunca mais recuperaram", disse.

Cabral lembra inclusive de um episódio inusitado. Um amigo da faculdade, temendo perder o carro, acorrentava seu fusca a um poste. Dispostos a mostrar que a medida de segurança era insuficiente, alguns amigos contrataram um reboque e desaparafusaram o parachoque do carro. Ao chegar e não encontrá-lo, o amigo se desesperou: "Fizemos uma brincadeira com ele e vimos ali como um colecionador de fusca é apaixonado. O amigo chorava como se tivesse perdido um ente querido", lembra.

Hoje os colecionadores sofrem nas mãos de assaltantes que roubam peças para abastecer o "mercado" de reposição. Uma grande ironia. Embora haja peças substitutas no mercado, de todo tipo, muita gente prefere buscar as originais. "É aí que entra o ladrão", diz Cabral. Não se sabe, oficialmente, quantos fuscas existem em todo o Brasil porque, segundo ele, alguns casos estão sendo trazidos "à vida" novamente com a legalização de documentos.

- Um carro em bom estado pode custar até R$ 20 mil. Mas o mercado é determinado na verdade pelo desejo de quem vende e a possibilidade financeira e a oportunidade de quem compra. Não há tabela para carros que são hoje raridades em um museu móvel- revela o responsável pelo site fuscaverde.com.br.

Cabral: a notícia surpreendeu colecionadores
Cabral: a notícia surpreendeu colecionadores  




Joaninhas e ladrões



No seu livro, Sérgio Borges revela que, durante investigação conduzida por ele, quando no Serviço Reservado da PM, descobriu que muitos dos fuscas roubados eram levados para os batalhões da PM (leia aqui). O processo se dava de maneira inusitada. Como os fuscas comprados pelo governo não eram registrados oficialmente no Detran, pelo chassi, os carros podiam ser vendidos para o mercado consumidor ou levados por maus policiais.

Para repor o carro, eram roubados automóveis idênticos nas ruas do Rio: "Jamais alguém pararia uma joaninha oficial para saber se era um carro roubado. Até porque apenas um policial teria autoridade para fazê-lo", disse.


Aumento do número de colecionadores faz crescer também os roubos
Aumento do número de colecionadores faz crescer também os roubos  

 

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