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Política - Brasil

 

Domingo, 10 de Fevereiro de 2019

A fábrica de criar inimigos está à toda no governo Bolsonaro

Papa já esteve com indígenas na Amazônia quando a situação não era tão crítica
Papa já esteve com indígenas na Amazônia quando a situação não era tão crítica

Assim como na ditadura militar, a fábrica de criar inimigos, apresentada como "inteligência", trabalha diuturnamente para mostrar serviço. Omissa nos tempos de PT, em eras bolsonáricas ela institui a estratégia para ganhar visibilidade, prestígio e grana, naturalmente. Agora, segundo revela do Estadão, diz temer a ascensão da "esquerda católica" - a cada dia mais claudicante e muda. O último grande representante, Dom Pedro Casaldáliga, ameaçado de morte por décadas, não deixou sucessor a altura.



Foi com esta estratégia, a de inventar opositores radicais, que DOPS, na época do comandado por Sérgio Fleury, SNI e quetais conseguiram sobrevida na ditadura militar - criando inimigos para sustentar a máquina de moer opositores - até no exterior. Frei Tito foi agredido em um Café quando já era um exilado em Paris.

O pretexto substantivo agora é o Sínodo da Amazônia. Um evento que reunirá no maior estado brasileiro lideranças da Igreja de todo o mundo. O Sínodo vai discutir a realidade de índios, ribeirinhos e demais povos da Amazônia. Também serão debatidos o problema do desmatamento, as mudanças climáticas e os conflitos de terra na região.

O General Augusto Heleno, comandante da Abin (agência Brasileira de Inteligência) afirmou que possíveis críticas vindas do Vaticano seriam interferência em assuntos internos do Brasil. Mas esse é o mesmo governo que ameaça invadir a Venezuela. Dois pesos, duas medidas.

Outras medidas do governo Bolsonaro devem entrar em conflito com as convicções católicas, como a liberação das armas, a "licença para matar" e o encarceramento em massa, propostos pelo ministro Moro, e outras.



 

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