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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017

Rio tem estatística de 3 mil policiais mortos em serviço desde 94

Da Redação

Um número macabro, mas sobre o qual a sociedade permanece indiferente. Entre 1994 e ano passado, o número de policiais militares mortos de causas não naturais - especialmente tiros - superou a ordem de 3 mil ocorrências. Só este ano o número de PMs assassinados é de 95 homens. A principal causa das mortes é o combate ao tráfico de drogas. Do outro lado do conflito há também número elevado e não aferido de supostos traficantes mortos e uma infinidade de cidadãos atingidos e vitimados por balas perdidas. Na guerra do pó, como se vê, quem ganha é o grande traficante que não dá as caras no morro.

Para se ter uma ideia da gravidade desta estatística, durante a Segunda Guerra Mundial, quando o Brasil enviou uma tropa para lutar na Itália a partir de 1942, as baixas brasileiras foram de 471 homens entre soldados, oficiais e aviadores. 1/6 do contingente vitimado ao entrar em um automóvel oficial e penetrar em áreas conflagradas. E nossa participação durou três anos.

Outro dado que deveria, mas não sensibiliza a sociedade e tampouco autoridades diz respeito ao elevado número de tiroteios na cidade. São 14 alertas diários - e neste conjunto raros terminam sem que haja baixas civis ou mesmo de policiais militares.

A legalização da droga, sua distribuição racionalizada, seria um caminho viável a ser testado de modo a encerrar o confronto entre policiais e traficantes. Mas a resistência em debater o assunto, que interessa especialmente a vendedores de drogas e armas, conduz a sociedade para este quadro perverso: mortes, assassinatos e insegurança.

Em cada número frio, é bom lembrar, há uma vida perdida, um casamento desfeito ou um filho órfão. Uma mãe que sofre, uma viúva ainda mais carente e um arranjo familiar sob risco de desfazimento.

Quem tem ganhado com isso? Vendedores de armas e drogas - insuspeitos, ricos e bem-sucedidos.

 

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