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Sexta-feira, 06 de Setembro de 2019

Relator da Ficha Limpa, Índio da Costa é preso acusado de envolvimento em fraude

Foto do Facebook
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Relator da Lei da Ficha Limpa, o ex-deputado e secretário municipal Índio da Costa foi preso na manhã desta sexta-feira (6) pela Polícia Federal. A Operação foi instituída para combater fraude nos Correios e Telégrafos - que estão em vias de serem privatizados. Índio da Costa é empresário e advogado e circulou por vários partidos no Rio. Chegou a ser vice na chapa encabeçada por José Serra na disputa da Presidência da República em 2010.


Em 2018, Costa foi candidato ao governo do Estado em uma eleição que acabou levando ao Palácio Guanabara o atual governador, Wilson Witzel. Já circulou por vários partidos políticos. Segundo o wikipedia, ele esteve PFL (1995-1999), PTB (1999-2001), PFL (2001-2007), DEM (2007-2011) e PSD (2011-2019). Ele se desfiliou este ano do PSD. Seu nome figura na lista de potenciais candidatos à prefeito do Rio na próxima eleição no ano que vem.

Na prefeitura do Rio, foi secretário de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação, ao lado do atual prefeito Marcelo Crivella (2017 a 2018), e secretário de Administração na gestão de Cesar Maia, entre 2001 e 2006.

Fraude nos Correios


Segundo a PF, o esquema fraudulento nos Correios era coordenado por empresários, funcionários da estatal e agentes públicos. Segundo o relato, o esquema criou preço até para cargos dentro da empresa. Onze mandados de prisão preventiva foram cumpridos - 9 no Rio e 2 em São Paulo - e um mandado de prisão temporária foi cumprido em Minas Gerais.

Nomes dos presos não foram divulgados. Foi informado apenas que foram detidos agentes dos Correios, empresários e funcionários de empresas que eram utilizadas como "laranjas" pela organização criminosa, de acordo com o delegado Cristian Luz Barth, responsável pela investigação em Santa Catarina.

Segundo ele, pelo menos 10 empresas possuíam contratos com os Correios e participavam do esquema criminoso. A investigação começou em novembro de 2018, após empresários ligados ao esquema tentarem iniciar a atuação do grupo em Santa Catarina. De acordo com o delegado Cristian Luz Barth, o esquema era tão intrincado que até mesmo cargos nos Correios tinham um preço. "Havia cargos que custavam de R$ 200 a R$ 250 mil", explicou.

No entanto, ele não explicou quais cargos seriam esses e como era conduzida essa parte do esquema. Segundo ele, a investigação está em andamento.

 

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