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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2020

Racismo: mulher proíbe entregador negro de entrar em edifício em Goiás

O nome da racista é omitido pela polícia
O nome da racista é omitido pela polícia


O racismo jamais esteve tão desavergonhado como nestes dias - a razão é explícita e é desnecessário dizer. Exemplo disso ocorreu em Goiânia onde uma moradora de edifício de alto luxo, chamado Aldeia do Vale, impediu que um motoboy negro entrasse no edifício para fazer entrega. Elson Oliveira foi escolhido pela lanchonete para fazer a entrega de um hambúrguer na casa da mulher que, vá entender, tem o nome preservado pela polícia local. Ela fez o pedido pelo aplicativo IFood que decidiu banir a usuária.



"Esse preto não vai entrar no meu condomínio. Manda outro motoboy que seja branco", disse a moradora. Indignada, a gerente da hamburgueria negou trocar o entregador. "Eu não vou permitir esse macaco", continuou a moradora.

"Como vocês sabem, eu gerencio a hamburgueria do meu irmão. Ontem, no final da noite, tivemos um pedido no Aldeia do Vale e quando o entregador estava chegando lá, pedi para que ela liberasse a portaria para que ele pudesse entrar. Tive essas palavras como resposta", publicou a gerente, divulgando a conversa no perfil da hamburgueria.

"Essa situação é muito delicada, de indignação que a gente tem. É muito dolorido para a gente que trabalha nessa área passar por uma situação como essa", disse o motoboy.

O iFood identificou a usuária agressora da plataforma e a baniu imediatamente. "A empresa presta solidariedade ao entregador e está em contato para oferecer apoio psicológico", diz, em nota. "O iFood reitera que repudia qualquer ato de discriminação racial e preza pelo respeito à diversidade em todas ações que realiza"

A empresa ressaltou a importância de se fazer o boletim de ocorrência (BO) e de entrar em contato com a ela pelos canais oficiais de atendimento via aplicativo. "Ao receber qualquer tipo de relato como este, o iFood apura as ocorrências e, quando comprovado o descumprimento dos termos e condições de uso, desativa o cadastro dos envolvidos. A empresa está à disposição para colaborar com a investigação do caso", conclui.

Não é moradora

Após a repercussão, o condomínio Aldeia do vale esclareceu que a cliente não é moradora do residencial e nem nunca morou lá. Diz a nota ainda que conferiu na lista de moradores e o nome da cliente não consta entre eles. "No final da tarde, a administração recebeu, através da Polícia Civil, o nome da pessoa que através de seu aplicativo cometeu o crime racial e causou todo este transtorno. Checando em nossos cadastros, temos certeza em informar que ela não é e nunca foi moradora do Aldeia do Vale", informa a nota.

 

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