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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019

Racismo à brasileira: negras recebem menos da metade do salário de brancos no Brasil

Foto: arquivo nacional - Mucama e babá no Brasil século XIX
Foto: arquivo nacional - Mucama e babá no Brasil século XIX

Um levantamento do IBGE reforça a certeza de que o país permanece desigual e racista. Os negros, que representam a maioria da população, são os que mais morrem por causas não naturais, menos estudam e recebem menores salários.

As pretas ou pardas continuam na base da desigualdade de renda no Brasil. No ano passado, elas receberam, em média, menos da metade dos salários dos homens brancos (44,4%), que ocupam o topo da escala de remuneração no país. Atrás deles, estão as mulheres brancas, que possuem rendimentos superiores não apenas aos das mulheres pretas ou pardas, como também aos dos homens pretos ou pardos. Os dados fazem parte da pesquisa Desigualdades Sociais por Cor ou Raça publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. O estudo aponta ainda como a desigualdade está presente na distribuição de cargos gerenciais: somente 29,9% deles são exercidos por pessoas pretas e pardas. Quanto mais alto o salário, menor é o número de pessoas pretas e pardas que ocupam esses postos.


Independentemente do nível de escolaridade, pretos e pardos continuam recebendo bem menos que os brancos no Brasil, aponta a pesquisa. No ano passado, o rendimento médio mensal das pessoas ocupadas brancas (2.796 reais) foi 73,9% superior ao das pretas ou pardas (1.608 reais). Os brancos com nível superior completo ganhavam por hora 45% a mais do que os pretos ou pardos com o mesmo nível de instrução.

O recorte em categorias de rendimento, segundo o tipo de ocupação, revelou também que, tanto na ocupação formal, como na informal, as pessoas pretas ou pardas receberam menos do que as de cor ou raça branca. A diferença salarial entre os dois grupos é, de acordo com o IBGE, um padrão que se repete, ano a ano, na série histórica disponível. A desigualdade de rendimento em favor da população branca ocorreu, segundo a pesquisa, com intensidades distintas nas Grandes Regiões brasileiras em 2018, mas se manteve tanto nos Estados que apresentaram os menores rendimentos -Maranhão, Piauí e Ceará-, quanto nos que registraram os rendimentos mais elevados -Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.

Com informações do El País
Para ler a reportagem completa clique aqui

 

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