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Polícia - Segurança Pública

 

Terça-feira, 12 de Setembro de 2017

Preparador de Ayrton Senna é preso por assédio sexual

Da Redação - com agências

Um dos mais renomados preparadores físicos dos anos 80/90, Nuno Cobra foi preso nesta segunda-feira por um motivo que poderia se chamar de bizarro: assédio sexual. E espanta ainda mais o fato de o episódio envolvendo o ataque sexual a uma mulher em avião não ter sido o primeiro na vida do homem que instituiu o preparo físico entre os pilotos de Fórmula 1, algo inédito até a chegada de Senna ao ambiente do automobilismo.

Segundo a sentença da juíza Raecler Baldresca, da 3.ª Vara Federal Criminal de São Paulo, Nuno teria agido contra uma mulher ao sentar-se ao seu lado em uma poltrona de avião e, durante a viagem, usando o ardil de que mexia com exercícios corporais e espirituais, passou a tocar nos seios e coxas da mulher. A sentença aplicada é de três anos e nove meses de prisão.

O pedido de prisão de Nuno Cobra foi feito pelo Ministério Público Federal em 5 de setembro, 'sob fundamento da garantia da ordem pública'. A Procuradoria da República, em São Paulo, relatou à juíza que 'mesmo após ser processado e logo depois de ser interrogado em audiência', em 14 de junho deste ano, Nuno Cobra 'teria continuado a praticar os mesmos atos pelos quais foi acusado e condenado'.

Segundo Raecler Baldresca, o comportamento do preparador físico 'se revelou extremamente inadequado em relação ao juízo' durante a audiência.

"Não tendo sido adotadas providências naquele momento em face do encerramento da instrução processual e porque se concluiu erroneamente que se tratou de um incidente isolado, provocado pela tensão do momento. Entretanto, após a notícia de novo crime praticado dias após aquela audiência, entendo que a ousadia do réu não tem limites, o que exige sua retirada do convívio em sociedade até que os fatos narrados sejam apurados", anotou a juíza.

Para Raecler Baldresca, 'a segregação cautelar do acusado (Nuno Cobra) é medida de urgência'.

"Presentes os requisitos da segregação cautelar necessária para a garantia da ordem pública, entendo que o acusado não poderá recorrer em liberdade, razão pela qual defiro o pedido do Ministério Público Federal e decreto a prisão preventiva de Nuno Cobra", ordenou a juíza. "Expeça-se o respectivo mandado de prisão."

 

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