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Quinta-feira, 14 de Março de 2019

Milicianos "contaminaram" pelo menos oito inquéritos da DH

Giniton Lages: fotografia de Tomaz Silva
Giniton Lages: fotografia de Tomaz Silva

Pelo menos em oito inquéritos importantes que estavam a cargo da Delegacia de Homicídios, responsável pela investigação do Caso Marielle Franco, policiais com estreitas relações com a milícia tiveram participação da apuração. O dado, preocupante, foi levantado em reportagem da Folha de São Paulo publicada nesta quinta-feira (14), em reportagem de Sérgio Ramalho e Flávio Costa. Quem chegou a esta conclusão mórbida, por sugerir que a verdade é morta e enterrada antes de vir à tona, foi a Polícia Federal ao investigar a própria investigação do Caso Marielle.



Além do Caso Marielle e Anderson Gomes, outros inquéritos que sofreram influencia de policiais milicianos foram os que apuravam os motivos dos assassinatos de dois herdeiros do jogo do bicho: Hayrton Scafura (filho de Piruinha) e Miro Garcia - ambos assassinados em 2017. A morte destes criminosos favoreceram a instalação de jogos de azar em bairros historicamente dominados pelo Bicho.

Denunciada no dia em que se completa um ano da morte da vereadora, quando várias homenagens estão programadas no Brasil e no exterior, tal relação pode ter influenciado a decisão de exonerar, um dia após a apresentação de dois dos envolvidos, o delegado Giniton Lages. Lages, segundo o governador Wilson Witzel, deixou a DH para fazer um curso na Itália.


Há uma hipótese sendo investigada que é ainda mais preocupante: o pagamento de propina por milicianos a policiais da DH para que estes dêem curso a investigações que os afastem do rol dos suspeitos. A manipulação compromete a resultado da investigação e garante o estado de impunidade e fortalecimento das milícias. A organização já está infiltrada até no ambiente político.

 

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