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Polícia - Segurança Pública

 

Quarta-feira, 06 de Setembro de 2017

Justiça mantém em liberdade homem que atropelou, arrastou e matou ciclista

Sinais de embriaguez e impunidade
Sinais de embriaguez e impunidade

As autoridades que cuidam da Justiça começam a não mais surpreender na sua condescendência com criminosos. Depois do episódio rumoroso do ejaculador, que ofendeu uma mulher em coletivo em São Paulo, agora é a vez de um magistrado não decretar a prisão de um homem que atropelou, arrastou por dois quilômetros e matou um ciclista em São Paulo. Para o juiz, o agressor não oferece perigo à sociedade. O detalhe é que no dia do atropelamento o criminoso apresentava sinais de embriaguez. Na delegacia ele disse que não parou o carro por acreditar que o ciclista já estivesse morto.


Mario Prestes Neto, 61 anos, se apresentou três dias depois do crime ocorrido na cidade de Osasco na última quarta-feira (30). Ele só se apresentou depois que a própria filha, revoltada com o caso, decidiu denunciá-lo. A vítima foi o operário e pintor, Gilmar Barbosa da Mata, de 45 anos.

De acordo com o delegado Fernando Terzidis, do 91º Distrito Policial (DP), onde Neto se entregou, a Justiça permitiu que o homem aguarde o inquérito em liberdade por conta da idade dele, da ausência de antecedentes e por ele ter se apresentado espontaneamente.

A manutenção do criminoso em liberdade revoltou a família e também amigos de Gilmar. Mas o delegado disse que a liberdade dele não traz prejuízo para as investigações, pois ainda haverá perícia e outras testemunhas. O laudo do Instituto Médico Legal vai dizer se o pintor atropelado morreu na hora ou não. O delegado disse, ainda, que o motorista dirigindo em velocidade compatível, e que o senhor apareceu repentinamente empurrando a bicicleta.

Filha avisou polícia após encontro com o pai

Na noite de sexta-feira (2), policiais estiveram na casa da namorada de Mario, mas não ele não tinha sido localizado. O carro foi apreendido na tarde de quinta-feira (31) em Itapevi, cidade vizinha à Osasco, na Grande São Paulo, após a denúncia da filha de Mario.

Para despistar, no dia do atropelamento Mario disse à filha que sofrera uma tentativa de assalto e que havia atropelado o ladrão. Entretanto, a filha tinha acompanhado as notícias da morte do ciclista. Pressionado, o pai acabou confessando que foi ele quem atropelou o pintor. Segundo a família, Mario aparentava sinais de embriaguez. Depois que ele saiu de casa, a filha chamou a polícia.

 

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