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Polícia - Segurança Pública

 

Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019

Integrante do MST do Rio é assassinado a tiros perto de assentamento

Sebastião: discussão sobre gado e luta pela terra
Sebastião: discussão sobre gado e luta pela terra

Sebastião Pereira de Carvalho, de 69 anos, foi assassinado no último domingo (10) no Assentamento Irmã Dorothy, localizado no município de Quatis no Rio de Janeiro. Seu Tião, como era conhecido, sobreviveu ao garimpo aberto da Serra Pelada e lutou pela terra em diversos estados do Brasil. No sul fluminense, era assentado há cerca de 7 anos com a família. Sua esposa, dona Lúcia, é referência em produção agroecológica de alimentos.



Não se sabe se o assassinato está relacionado a questões fundiárias. Segundo a polícia apurou, Sebastião Carvalho se desentendeu com um homem sobre quem discutia sobre gado. O homem, não identificado, estava às margens da RJ-143, rodovia perto da propriedade de Sebastião, quando sacou da arma e atirou. A rodovia fica na localidade de Nossa Senhora do Amparo, em Barra Mansa. A ocorrência está registrada na delegacia de Porto Real, que está investigando o caso.

Em nota, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) denuncia o descaso com a reforma agrária no estado. Segundo o movimento, a lentidão do INCRA faz com que as famílias fiquem em situação de vulnerabilidade, sem acesso efetivo à terra e políticas públicas que garantam segurança, qualidade de vida e geração de renda.

"Exigimos a regularização e a efetivação completa das políticas de Reforma Agrária que garantam o desenvolvimento do assentamento e as melhorias das condições de vida das famílias que ali se encontram, garantindo-lhes a tão sonhada dignidade imposta pela Constituição, bem como a responsabilização de quem tirou a vida do seu Tião, e do poder público por este crime bárbaro", diz o texto.

O assentamento Irmã Dorothy é fruto da desapropriação de uma fazenda ocorrida em 2014. Desde então, apesar da emissão de posse no INCRA, as famílias assentadas não foram regularizadas, sem acesso à infraestrutura.

"Todo esse descaso e morosidade geram desgastes e conflitos na área e na região. O INCRA, ao invés de mediar e amenizar esses conflitos, deixa de lado suas responsabilidades, potencializando os conflitos, que neste domingo vimos chegar ao extremo de um assassinato", finaliza a nota.

 

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