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Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019

Estudo revela que Brasil tem centenas de células nazistas

Reprodução da internet: nazistas se expandem no Brasil
Reprodução da internet: nazistas se expandem no Brasil

Um estudo elaborado pela antropóloga Adriana Abreu Magalhães Dias, da Unicamp, revela um dado surpreendente. O Brasil, miscigenado por natureza, terra em que a mistura das raças já foi apontada por inteligências supremas como Darcy Ribeiro como uma das marcas a tornar o país melhor, guarda, de maneira clandestina, mais de 300 células nazistas. O número preciso, 334, estariam em funcionamento em várias regiões do país, mas especialmente entre o Sul e Sudeste. Mas haveria núcleos também em cidades como Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Feira de Santana (BA) e Rondonópolis (MT).


Os grupos se dividem em até 17 movimentos, entre hitleristas, supremacistas/separatistas, de negação do Holocausto ou até mesmo três seções da outrora temida KKK (Ku Klux Klan) - duas em Blumenau (SC) e uma em Niterói (RJ).

O estado com mais células é São Paulo, com 99 grupos (28 só na capital), seguido por Santa Catarina (69), Paraná (66) e Rio Grande do Sul (47). Em estados sem registros de atividades até pouco tempo, como os do Centro-Oeste, movimentos do tipo começam a ganhar corpo. Goiás, por exemplo, já tem seis células.

Adriana Abreu Magalhães Dias, um pioneira nas pesquisas sobre a ascensão da extrema-direita nos anos 2000. Vale lembrar que em 1928 o Brasil chegou a ter um partido Nazista registrado legalmente. Ele estava instalado em Santa Catarina e seus líderes respondiam a um comando na Alemanha.

Parte do crescimento do movimento no pós guerra no Brasil se deve à imigração de estrangeiros contaminados pela doutrina nazista e que se sentiram perseguidos após a derrota da Alemanha. Este grupo defende a separação dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul do restante do país.

Os nazistas brasileiros, como ocorre a outros movimentos estrangeiros, revelam preconceito racial contra negros, judeus e indígenas e orientais e também aos miscigenados. Se dizem cristãos e não toleram religiões de matriz africanas. Tem também rejeição explícita a homossexuais, arte e cultura popular.

 

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