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Quarta-feira, 13 de Março de 2019

Dallagnol defende interesse dos EUA em projeto de Fundação com recursos da Petrobras

Dallagnol disse que críticas eram fake news
Dallagnol disse que críticas eram fake news

No vídeo em que defende o repasse de dinheiro recuperado da Petrobras pela Operação Lava-Jato, que teria fim privado e seria gerido por ele e seus pares da chamada República de Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol diz que o dinheiro poderia ser usado para indenizar investidores americanos. Após esta fala ele diz que talvez o governo americano não fique satisfeito caso o dinheiro retorne para a Petrobras ou para a União. A defesa do interesse estrangeiro na questão chamou a atenção do articulista Jefferson Miola.




Ao tentar explicar o inexplicável e inconstitucional acordo bilionário firmado pela Lava Jato com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Deltan Dallagnol assumiu que advoga interesses dos EUA e atua contra os interesses nacionais. Mas é bom frisar que o acordo, criticado por integrantes do STF, pela procuradora-geral da República Raquel Dodge, e parlamentares, foi interrompido.

Em vídeo, veja aqui no minuto 3m10, o coordenador da Lava Jato explicita porque, na visão dele, os R$ 2,5 bilhões de multas da Petrobrás não deveriam ser carreados para os cofres da União: porque "nesse caso, os Estados Unidos poderiam entender que não é adequado que o dinheiro fique no Brasil".

Ou seja, o funcionário público que recebe salário nababesco e muitas regalias e privilégios pagos pelo povo brasileiro, defende não os interesses do Brasil, mas os interesses e as imposições feitas por um país estrangeiro.

Raquel Dodge, a chefe geral do MPF - portanto, também chefe formal dos lunáticos de Curitiba que pretendem criar um Estado Paralelo e se constituir como facção de poder - finalmente pediu ao STF que anule este absurdo acordo.

A anulação desse acordo que é ilegal, inconstitucional e indecente, contudo, é apenas o primeiro passo.

É preciso ir além e exigir a instauração de sindicância administrativa para julgar e demitir Deltan Dallagnol do cargo público de Procurador da República e também instaurar processo penal para julgá-lo e condená-lo por crimes de lesa-pátria que cometeu ao destruir a Petrobrás, o setor de engenharia nacional e milhões de empregos no Brasil.

O teor do despacho de Raquel Dodge ao STF contém os elementos necessários para esses 2 procedimentos - para a demissão de Dallagnol a bem do serviço público e para sua condenação penal.

Jeferson Miola

 

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