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Polícia - Segurança Pública

 

Sexta-feira, 14 de Setembro de 2018

Caso Marielle seis meses depois apresenta como resultado blablablá

Marielle Franco: seis meses e silêncio
Marielle Franco: seis meses e silêncio

A pergunta que devemos fazer, seis meses após o assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, é: o causo naufraga no esquecimento apesar do Exército, interventor da Segurança Pública, ou por causa do Exército? Hoje, dia 14 de setembro, a história que chocou o país e ocupou generosos espaços na mídia completa meio ano.


Nas redes sociais e no meio político são cada vez mais frequentes o discurso de que a impunidade ocorre não pela ineficiência do aparato policial e investigador, mas por conta do gigantismo da estrutura que envolveria os mandantes.

Pura especulação? Sim. É o que parece. Mas não há razão para duvidar da análise tendo em vista que algumas vezes se apontou em direções que mais tarde foram simplesmente esquecidas. Falaram de um colega da Câmara e o caso foi deixado de lado sem maiores explicações.

Marielle Franco deixou um legado de luta que é retomado por dezenas de mulheres nesta disputa política. Aqui em Conexão Jornalismo publicamos reportagem mostrando personagens como Elika Takimoto (13021), Dani Balbi (65800) e Renata Souza 50007, a federal Taliria Petrone (5077) que seguem na mesma estrada difícil, perigosa, mas por isso mesmo indispensável.

Leia Primavera Editorial as mulheres que seguem os passos de Marielle

Mas sobre Marielle as autoridades apostam no tempo e quem sabe no esquecimento. Elas afirmam que até o fim do ano o caso estará esclarecido. Leia a reportagem da Agência Brasil:

O assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL), 38 anos, e do motorista Anderson Pedro Gomes, 39 anos, completa hoje (14) seis meses. O crime ainda aguarda solução. As autoridades federais afirmam que até o fim deste ano as respostas virão.

Para a viúva de Marielle, Mônica Benício, parentes, amigos e ativistas, a vereadora e o motorista foram executados. Independentemente das investigações, eles preservam as bandeiras de Marielle e suas propostas em defesa de ações para a inclusão das mulheres, negros e do público LGBT.

Nos últimos meses, a Câmara Municipal do Rio aprovou vários projetos de autoria da vereadora, conhecida pela militância em defesa das minorias e direitos humanos. Em agosto, Marinete Alves, mãe de Marielle, esteve com o papa Francisco. Ela disse ter falado sobre a filha para o papa que afirmou que gostaria de tê-la conhecido.

Campanha

Após seis meses da morte da vereadora e do motorista, a Anistia Internacional lança hoje a campanha na internet Quem Matou Marielle Franco?. Uma tela de LED 360º de 5 metros, instalada em um caminhão, passará mensagens em frente a instituições públicas e da Justiça criminal no Rio.

O caminhão percorrerá o Parque do Flamengo, que costuma ter movimento intenso. Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, e parentes de Marielle Franco, são aguardados ao longo do dia hoje no local.

No site, a Anistia Internacional pede que as pessoas apoiem uma petição de urgência das investigações do assassinato, a responsabilização dos envolvidos, proteção das testemunhas e garantias de que haverá o julgamento do caso.

O documento é destinado ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, general Richard Fernandez Nunes, o chefe da da Polícia Civil do estado, Rivaldo Barbosa, o procurador-geral do Ministério Público (do Rio), Eduardo Gussem, à procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Macedo Duprat, e ao general Walter Souza Braga Netto, responsável pela intervenção federal na segurança no Rio.

Caso

Marielle Franco foi assassinada com quatro tiros na cabeça e seu motorista Anderson Gomes, atingido por três balas. Eles estavam saindo de um evento político-cultural, no bairro de Estácio, no centro do Rio de Janeiro, quando foram mortos, em 14 de março deste ano.

Câmeras de segurança flagraram os carros e os suspeitos. Porém, as investigações ainda não foram concluídas. Em agosto, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, reconheceu que "agentes do Estado" e "políticos" estão envolvidos no crime. Também admitiu dificuldades nas apurações.

Em julho, a Delegacia de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro chegou a prender dois suspeitos. Segundo a polícia, os dois integravam o bando de Orlando Oliveira Araújo, conhecido como Orlando de Curicica, miliciano que está preso na penitenciária federal de Mossoró.

 

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