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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017

Sofá na sala: investigações sobre crime na Rocinha responsabilizam o turismo

Da Redação

A piada do sofá da sala é sempre lembrada em situações análogas. A delegada Valéria Aragão, que conduz a investigação sobre a morte de uma turista espanhola na Rocinha, disse, em entrevista à Rede Globo, que o turismo clandestino seria um dos responsáveis, se não o único, pelo caso trágico. Pela lógica defendida pela policial, o carro de turismo, um automóvel comum, não tinha letreiro que o identificasse como estando em serviço de turismo e, além disso, tinha vidros escuros. A tese da policial sugere que o policial, diante da dúvida causada pela característica do carro, pode sim atirar - quando, na verdade, deveria suscitar o oposto: na dúvida melhor não atirar.


A defesa do responsável pelo crime, que a policial indiretamente acaba por fazer, nos faz relembrar um trecho do livro Cidade Partida, do jornalista e imortal da Academia Brasileira de Letras, Zuenir Ventura. No livro ele diz algo como: " a violência urbana é tema tão importante e complexo que não pode ser tratado exclusivamente pela polícia".

São muitos e rotineiros até os casos de assassinatos de inocentes em favelas do Rio. E também de pessoas claramente envolvidas com o tráfico. Mas o que causa estranheza é que as mortes sejam toleradas, e cada vez mais, pela classe média carioca.

Nas redes sociais a tese de que a culpa, ou a responsabilidade, é da empresa de turismo clandestina cresce e ganha força. Como se o guia turístico, que se forma hoje por conta da crise econômica e do desemprego, fosse ele um fomentador da violência.

Um dos mais respeitáveis jornalistas do Rio, José Renato Garcia, disse na sua rede social sobre o "hábito" que a polícia desenvolveu de atirar em automóveis suspeitos e em discordância do que determina a regra policial:

- E isso é antigo, o policial aprende na escola de formação: NÃO PODE ATIRAR EM CARRO QUE NÃO PAROU NA BLITZ. COMUNICA PELO RÁDIO A OUTRAS EQUIPES PARA INTERCEPTÁ-LO. É SIMPLES ASSIM. Se a gente ficar legitimando um erro que causou a morte de uma pessoa, vamos em breve dar ao policial o direito de matar qualquer pessoa - disse.

 

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