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Notícias Internacionais

 

Quarta-feira, 09 de Janeiro de 2019

Promoção do filho de Mourão causa revolta entre funcionários do BB e nas redes

O governo Bolsonaro segue colecionando mais desastres administrativos do que o tempo de gestão poderia comportar. A última, pelo menos que tenhamos tido conhecimento, envolveu o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, que em um governo tomado pela religiosidade promoveu o milagre da... promoção. Seu filho, há 18 anos no Banco do Brasil, foi milagrosamente promovido para trabalhar junto à presidência da instituição. Com isso teve o salário de R$ 12 mil multiplicado por três (R$ 36 mil).

Mas a desculpa do pai de que seu filho era qualificado, funcionário de carreira e prejudicado por ser filho de militar não acalmou os ânimos de ninguém. Ele conseguiu gerar insatisfação na cúpula do governo, dentro do Banco do Brasil e principalmente nas redes sociais. Afora os bolsonaristas empedernidos, que acham que qualquer crítica ao presidente é coisa de "esquerdopata", as críticas ao favorecimento, proteção e nepotismo foram incontáveis.

O fato é que o discurso de moralidade pública levantado por Bolsonaro a cada dia se desfaz. Derrete como sorvete em asfalto quente. Além da evidência de nepotismo, a desqualificação de colaboradores do governo salta aos olhos.

A promoção do chamado "Mourãozinho", apelido cunhado pela turma a Antônio Hamilton Roussel Mourão, atropelou um sem número de profissionais mais antigos, mais capacitados e com cargos infinitamente mais importantes que o seu. Em ato quase milagroso, como dissemos, atingiu a um patamar profissional cobiçado não só por velhos funcionários de carreira do próprio banco como por profissionais badalados do mercado, já que para esse nível funcional o estatuto prevê a possibilidade de contratação fora de seus quadros.

Carlos Fernandes disse, em artigo no DCM, que enquanto os funcionários das agências estão sendo diariamente massacrados com metas absurdas e outros (inclusive iluminados apoiadores do atual governo) perdem os seus cargos em função do enxugamento da máquina, o prodígio Antônio Mourão praticamente triplica o seu salário sem ter que levantar um único dedo.

Segundo ele, a revolta que se instalou em todo o corpo funcional invadiu a discussão nas áreas de debates da intranet do banco. A justificativa oficial da instituição para tamanha benesse ao filho do vice-rei é uma contradição em si quando comparado ao nomeado. Dizem eles:

"A nomeação ocorreu de acordo com o estatuto social do Banco. Os cargos de confiança da presidência são preenchidas por funcionários do mercado ou de carreira do BB, com a análise da competência e experiência necessárias para o assessoramento do presidente do BB."

Deboche



A justificativa oficial da instituição para tamanha benesse ao filho do vice-rei só não é mais grosseira do que a justificativa do próprio Mourão, o pai.

Segundo o general, a nomeação do filho se justificava porque ele já havia sido "perseguido" anteriormente. Além disso, ainda segundo o pai coruja, o filho é "qualificado", todo o resto, diz, "é fofoca".

É simplesmente inacreditável o deboche com que estão tratando o assunto.

Para quem jurava que nas forças militares, e por conseguinte num governo militar, todo mundo, sem exceção, precisava lavar o chão do banheiro para só depois, com competência, ir subindo de posição, deu literalmente com a cara no vaso sanitário.

Mourão filho, tanto quanto os Bolsonaros filhos, são as provas maiores que a meritocracia do novo governo é fundada em dois grandes pilares: QI (o famoso "quem indica") e, claro, o berço.

Como se vê, o Brasil finalmente está livre do socialismo e das grandes mamatas nas empresas públicas.

O que entrou em vigor a partir do 1 de janeiro de 2019 é outra coisa. Muito mais alinhada com quem se sente feliz em ser feito de imbecil.

 

Veja também:

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