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Domingo, 09 de Abril de 2017

Dilma, em Harvard, faz o que deveria ter feito na ONU: denuncia o golpe! Vídeo

Da Redação - com agências

Dilma teve grande oportunidade de avisar ao mundo que sofreria um golpe político no ano passado. No dia 16 de abril falaria a uma plateia de chefes de estado de todo o mundo durante encontro na ONU quando faria a conferência de abertura - uma prerrogativa do Brasil. Não o fez. Preferiu, em vez disso, convocar uma coletiva usando os segundos finais do seu pronunciamento. O resultado é que o mundo todo deixou de saber o grau de perversidade que estava por trás daquele golpe: venda das riquezas nacionais, consolidação dos privilégios na Previdência e a abertura do mercado interno para atividades que, até então, garantiam emprego e renda no país - especialmente no campo da construção civil e do comércio. Quase um ano depois, de volta aos Estados Unidos, Dilma voltou aos EUA e, em palestra para um público menos representativo da conjuntura política internacional, fez o que poderia ter feito - e até mesmo evitado o golpe.



Dilma Rousseff participou neste sábado (8) da terceira edição do seminário "Brazil Conference". O evento foi uma realização conjunta das universidades de Harvard e MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Os temas abordados foram os esperados pela plateia atenta: o golpe político, a democracia fragilizada no Brasil, a ameaça de que não haja eleições, a eventual prisão de Lula, a Opeação Lava-Jato e seu seletivismo.

"No Brasil, eu vivi dois golpes. Um, eu tenho muito orgulho e faz parte da minha história política, de ter enfrentado a ditadura militar e ter ficado presa por três anos. Não que eu acredite que as pessoas precisem ser presas e torturadas".O outro foi o impeachment, que desprezou 54 milhões de votos e feriu a Constituição de 1988. Um golpe parlamentar."

A presidenta afirmou que não teme qualquer investigação sobre seu mandado. "Eu não tenho medo, nem culpa". E afirmou que Lula deve disputar as eleições - e vencer: "Infelizmente para as oposições, Lula tem 38% nas pesquisas. Não acho que ele tem de ganhar ou perder, mas tem de concorrer. E deixa ele concorrer para ver se ele não ganha."

A ex-presidente aproveitou a ocasião para reafirmar que jamais interferiu na Lava Jato, e disse que "não é admissível que um juiz fale fora dos autos e que seja amigo do réu". Neste momento, Dilma recusou-se a responder perguntas da plateia sobre Sergio Moro - que participa do mesmo evento, neste sábado.

Quando foi avisada de que estava estourando seu tempo, a ex-presidente brincou: "Vocês querem que eu fale tudo isso em 10 minutos? Impossível. Fui presidente e fui impichada".

Dilma encerrou sua apresentação em Harvard com a frase: "A democracia é o lado certo da história."


 

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