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Notícias Internacionais

 

Sexta-feira, 13 de Abril de 2018

Caso Marielle e o suspeito confronto de digitais anunciado pela polícia

Da Redação

O modelo de arma semelhante ao usado no crime
O modelo de arma semelhante ao usado no crime

O assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), ocorrido no dia 14 de março, entra em um momento dos mais delicados: os investigadores, incluindo policiais civis e militares do Exército, deixam para a imprensa noticiar que vestígios de impressão digital deixados na cápsula das balas usadas no crime, seriam confrontadas com digitais de dois homens que morreram recentemente e que teriam sido queima de arquivo. Ok. Ocorre que é preciso supor que eventualmente, se os mortos participaram do crime, teriam também municiado as armas. Não chega a ser improvável, mas mesmo assim seria de uma "colaboração" espantosa.


Jornalistas habituados a investigações criminais acham que é possível fazer o cruzamento de traços digitais - uma ação que remete aos filmes policiais onde a investigação é baseada em alta tecnologia. Mas há uma descrença geral. Afinal, neste sábado o crime que envolve a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, fará um mês.

Os mortos que terão as digitais confrontadas são as de Carlos Alexandre Pereira Maria, colaborador parlamentar do vereador Marcello Siciliano, do PHS, e do subtenente reformado da PM Anderson Claudio da Silva. Ambos teriam relação com grupos de milicianos - estes são os principais suspeitos.

À frente das investigações, o jornalista Sérgio Ramalho foi o primeiro a anunciar que tal confrontação seria realizada. Ele é repórter do site The Intercept. Para ler a reportagem clique aqui.

 

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