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Quarta-feira, 08 de Junho de 2016

Japonês da Federal é preso em Curitiba por contrabando

Da Redação

Ao lado de Bolsonaro e família: ídolo acusado de corrupção
Ao lado de Bolsonaro e família: ídolo acusado de corrupção

Ídolo da extrema-direita e referência maior das prisões da Operação de Sérgio Moro, a Lava-Jato, o chamado Japonês da Federal acabou preso. E o crime não ocorreu agora, mas muito antes de se tornar ídolo e máscara do Carnaval Carioca. O mandado de prisão foi expedido pela Vara de Execução Penal Justiça Federal de Foz do Iguaçu pelo caso de contrabando que chegou a levar a seu afastamento da corporação. A Operação Lava-Jato o manteve, sob a tutela de Moro, mesmo quando todos estavam cientes do envolvimento do policial com o crime. O silêncio da mídia corporativa sobre o histórico do Japonês tinha uma explicação. Ele vendia informações confidenciais para jornalistas. Seletivamente.



Newton Ishii, seu verdadeiro nome, foi agente destacado para atuar na fronteira do Brasil com a tríplice fronteira. Mas ali, de acordo com o processo que resultou na prisão, ele agia em benefício do outro lado: facilitava a entrada de contrabando e cobrava propina por isso. Além de agentes, fiscais da Receita Federal foi incluídos no processo.

Muita pompa e ficha suja
Muita pompa e ficha suja  




Durante o início da Lava-Jato, o Japonês da Federal encarnou a própria Justiça. Era apontado pela mídia conservadora como exemplo maior do "braço longo da Justiça de Sérgio Moro" - e bota longo nisso. Ele era admirado e virou piada quando da ação da PF na casa de Lula. A ponto do ex-presidente perguntar por ele quando os agentes foram à sua casa para levá-lo. O objetivo era tomar seu depoimento em Curitiba, mas acabaram por fazê-lo no Aeroporto de Congonhas.

Popularidade usada para tentar reverter condenação



Em março, o grupo de agentes da PF acusado de contrabando tentou driblar a Justiça. Estavam respaldados no repentino sucesso de Ishii para conseguir o benefício legal. A ideia era a de que o Japonês conduzisse Lula a prisão.

Mas o STF negou um recurso de três réus da Operação Sucuri, deflagrada em 2003.À época, as investigações mostraram que os agentes facilitavam a entrada de contrabando no país, pela fronteira com o Paraguai, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

Segundo o advogado Oswaldo Loureiro de Mello Júnior, que defende Ishii e outros 14 réus, os processos decorrentes da Operação Sucuri ainda estão correndo na Justiça e nenhum dos acusados cumpriu qualquer pena.

O caso, contudo, segue sob segredo de Justiça. Em 2009, o juiz federal Pedro Carvalho Aguirre Filho, que coordenava os processos em Foz do Iguaçu, emitiu uma nota esclarecendo apenas que os agentes federais condenados haviam recebido penas que variavam entre oito anos, um mês e 20 dias de reclusão, além de 160 dias-multa a quatro anos e oito meses de reclusão e 100 dias-multa.

Delcídio, Cunha e o Japonês da Federal: ídolos de pés de barro da direita
Delcídio, Cunha e o Japonês da Federal: ídolos de pés de barro da direita  


"Um denunciado do grupo de contrabandistas foi absolvido de todas as acusações, bem como do grupo de servidores públicos federais, réus nas ações penais decorrentes da Operação Sucuri, foram absolvidos quatro Agentes de Polícia Federal e dois Técnicos da Receita Federal", explicou Aguirre Filho, sem detalhar os nomes dos réus. Havia a suspeita de que o beneficiário seria o próprio Ishii.

Na decisão do STJ, tomada pelo ministro Félix Fischer, há um trecho que trata da redução de pena para quatro anos, dois meses e 21 dias de prisão, em regime semiaberto e mais 95 dias-multa. Todavia, o texto do magistrado não deixa claro sobre qual dos três apelantes terá a pena reduzida. A defesa de Ishii dizia, à época, que ele foi condenado apenas a pagar cestas básicas. O que agora revela-se infundado.

 

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