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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018

Katie Stubblefield: transplante permite mulher voltar a tocar o próprio rosto

O rosto transplantado e a nova chance de viver
O rosto transplantado e a nova chance de viver
Com Agências - Imagem reprodução da CNN

Não foi fácil conter a emoção quando Katie Stubblefield pode contornar o próprio rosto com a ponta dos dedos. Ela lembrou que tempos atrás ela fez o mesmo movimento para detectar as feridas que deixariam marcas profundas e permanentes na face. Mas, por conta da dedicação diuturna de médicos, o pesadelo ficou para trás. Mas o início deste processo começou em 4 de maio do ano passado. Foi quando recebeu um novo rosto para ser transplantado.

A história da jovem, porém, não se difere muito de outros casos ocorridos no Brasil e em outros lugares do mundo quando uma jovem conhece alguém que se transformará em algoz. Parentes disseram à revista National Geographic que Katie era uma garota extrovertida e segura, com ótimo senso de humor, quando residia em Lakeland, na Flórida.

Ela era muito próxima, unha e carne propriamente, de sua irmã mais, Olivia, e do irmão mais velho, Robert. Mas com o tempo, afirmaram, eles começaram a vê-la se afastando.

Quando ela tinha cerca de 16 anos de idade, seus pais Alesia e Robb, um ministro da igreja local, mudaram a família para Kentucky, e um ano depois para Oxford, no Mississippi. Lá, Alesia e Robb se tornaram professores da mesma escola cristã onde Katie se matriculou como estudante.

De acordo com a revista, quando Katie chegou à escola, ela conheceu um colega que imediatamente capturou sua atenção. Os dois começaram a namorar e ela logo estava falando em 'amor' e 'casamento'.

Ele era dono de uma personalidade inflexível e dominadora. A jovem, por sua vez, tudo fazia para que ele não se sentisse contrariado. Mas tamanha dedicação cobraria um preço.

Em janeiro de 2014, em seu último ano, ela apresentou sérios problemas de saúde. Ela teve o apêndice extirpado e problemas digestivos, com os quais lutou por muito tempo, começaram a se tornar mais frequentes. Em seguida teve a vesícula biliar removida.

Ela tentava se recuperar e tinha - ou acreditava ter - o namorado como fonte de apoio emocional. Mas no dia 25 de março daquele ano, casualmente, Katie viu mensagens no telefone de seu namorado onde ele revelava ter um caso amoroso com outra garota. Confrontado, ele terminou o relacionamento.

Angustiada e inconformado, Katie foi para a casa do irmão. Naquele mesmo dia, passado algum tempo, ela se trancou no banheiro e ouviu-se um estampido. Ela havia se armado com a espingarda do irmão e atirado no próprio queixo.

Robert resumiu da seguinte maneira à National Geographic: "corri para o banheiro para saber o que havia acontecido. Vi minha irmã e seu rosto havia desaparecido!"

Hoje, refeita do trauma, Katie tem no transplante a chance de recomeçar uma nova vida.

 

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