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Terça-feira, 16 de Setembro de 2014

Confuso? Entenda maluquice que pôs Brasil em 'grupo da morte' no Mundial de Vôlei

Terra

Bernardinho boladão com a injustiça, após campanha brilhante.
Bernardinho boladão com a injustiça, após campanha brilhante.
Nove vitórias em nove jogos. A Seleção Brasileira masculina de vôlei chegou à terceira fase do Campeonato Mundial com a melhor campanha da competição disputada na Polônia. Nada mais justo, então, que ganhar algumas "regalias" na parte final do torneio, como prêmio por ter sido superior a todas as outras seleções até aqui, certo? Não. Para a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) este raciocínio parece muito simplório. Prova disto é que, com um regulamento que beira a maluquice, colocou os comandados de Bernardinho no grupo mais difícil da competição em seu momento mais decisivo, apenas para manter privilégios à dona da casa, Polônia - que incrivelmente também acabou "prejudicada".

O fato, embora pareça complexo, pode ser compreendido. Vinte e quatro seleções começaram a disputa do Campeonato Mundial de vôlei divididas em quatro grupos. As quatro melhores colocadas de cada chave avançaram para a segunda fase, que repartiu as 16 equipes classificadas em outros dois grupos. Times que se cruzaram na parte inicial do torneio formaram a mesma chave, mas não puderam se enfrentar na fase intermediária. Quatro jogos depois, nova fase: a terceira e mais polêmica delas.

Os três primeiros colocados de cada grupo chegaram à terceira fase, que será disputada a partir desta terça-feira por meio de dois triangulares - apenas o último colocado de cada triangular será eliminado, não podendo jogar semifinal e final. Como cabeça de chave de cada triangular, os líderes de cada chave da segunda fase. Estes foram Brasil e França. Para conhecerem seus rivais na terceira fase, houve um sorteio.

Este sorteio teve uma condição - de acordo com a tabela original do torneio: que dois segundos colocados não ocupassem o mesmo triangular, para evitar uma discrepância entre eles. Mas foi exatamente isto o que aconteceu. O Brasil (1º colocado do Grupo F) caiu no mesmo grupo de Rússia (2ª colocada do Grupo F) e de Polônia (2º colocada do Grupo E), enquanto a França (1ª colocada do Grupo E) enfrentará Irã (3º colocado do Grupo E) e Alemanha (3ª colocada do Grupo E) na terceira rodada. O motivo? Uma segunda condição do sorteio, que bagunçou tudo e acabou "prejudicando" Brasil e Polônia, quando tentava apenas beneficiar os anfitriões e deveria "aliviar a vida" dos brasileiros.

Como dona da casa, a seleção polonesa teria que, obrigatoriamente, jogar em Lodz na terceira rodada do Campeonato Mundial. Esta era a segunda condição do sorteio. Para que isto acontecesse sem grandes consequências à randomização, bastaria que a Polônia se classificasse em primeiro lugar na segunda fase. Não foi o que aconteceu.

Ela ficou em segundo - o que a faria jogar em Katowice. Porém, como os donos da casa já haviam sido sorteados no grupo H, do Brasil, a FIVB simplesmente inverteu as cidades e colocou Lodz como sede da chave H. Depois, ignorando a tabela original do torneio, selecionou a segunda colocada Rússia, também via sorteio, e deixou o grupo de Brasil e de Polônia com uma primeira colocada e duas vice-líderes. Uma confusão só.

Assim, a Seleção de Bernardinho não só foi "premiada" com o grupo da morte na terceira fase do Campeonato Mundial, como também acabou obrigada a mudar de sede, tendo que viajar de Katowice para Lodz. Não bastasse isso, para se adequar à "tabela polonesa", terá que jogar em dois dias seguidos (terça e quarta-feira). Já os donos da casa, apesar de terem se qualificado com campanha pior que a brasileira, conseguirão um dia de descanso entre os seus confrontos de terça e quinta-feira. Maluco, não?

 

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