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Esportes - Olimpíadas

 

Sexta-feira, 09 de Setembro de 2016

Roberto Carlos disse "Não" às Paraolimpíadas. Mas deveriam ter dito "Não" a ele

Por Fábio Lau

O cantor Roberto Carlos entrou na Paraolimpíada pelo olho mágico. Não é atleta, não cantou na festa, mas acabou segurando um rabo de foguete, como se dizia antigamente, por conta da cessão da música "É preciso saber viver!" usada na abertura dos jogos. O motivo da polêmica? A organização queria que ele, além de ceder a canção, fosse lá dar uma força segurando no microfone. Afinal, é sabido, perdeu parte da perna ao ser atropelado por um trem na sua infância em Cachoeiro do Itapemirim. Seria bacana tê-lo ali ao lado de outros atletas com necessidades especiais...



O "Não" do cantor, que posa de "Rei" para um segmento do público, pegou mal - talvez mais para ele. Afinal, para outro segmento sociail, não é de hoje que RC é visto como alguém que é capaz de fazer de tudo para aumentar o patrimônio. Algo como comer carne em comercial de TV embora seja vegetariano ou algo que se aproxime disso.

Os mais otimistas desejavam que ele desse música e a pinta na festa de abertura dos jogos. Não rolou.

Mas o erro está na no convite. Há muitos anos Roberto Carlos não é mais a representação artística deste país. Sua última cooperação nesta área foi tentar impor a censura na literatura - por conta de um livro que narra sua história. Roberto representa, e assim tem sido ao longo das últimas décadas, a si mesmo. E só. Transformado em ídolo pela TV que tem direitos exclusivos sobre sua imagem, ele vive da fama embora não a justifique musicalmente há tempos.

Na sua biografia consta que cantou para o ditador sanguinário Augusto Pinochet em troca de grana. E o mesmo o teria seduzido a uma recepção feita ao mega traficante Pablo Escobar, na Colômbia. Roberto Carlos é um artista que sacraliza o patrimônio - o que é legal, legítimo e deve ser respeitado - mas também criticado. Portanto, daí a comer carne ...não foi nada demais.

Se desejavam generosidade, ela se limitou ao abrir mão da música "É preciso saber viver" para a festa Paraolímpica. E ele, ao seu modo, sabe.

Particularmente acredito que seu nome deveria sim ter sido vetado - caso se convidasse. Mas a escolha de um Rei é livre.

 

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