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Sábado, 05 de Agosto de 2017

Careca que ameaçou refugiado sírio no Rio é da máfia do camelô

Da Redação

Mais feliz do que no dia do casamento, segundo a mulher
Mais feliz do que no dia do casamento, segundo a mulher
De um grupo que cobra proteção a camelôs e os extorquem de tempos em tempos para que possam trabalhar. O homem que foi flagrado, em vídeo, gritando impropérios contra um refugiado sírio que vende esfiha em um carrinho de ambulante numa das esquinas de Copacabana, no Rio, seria integrante desta máfia. Segundo relatos divulgados hoje pelo jornal O Globo, tal grupo já teria abordado o refugiado e exigido R$ 10 mil para que pudesse trabalhar. Por conta da sua negativa, baseada na impossibilidade em atender a extorsão, foi feito o teatro onde o desconhecido, um careca (ou skinhead) usava expressões nacionalistas para angariar simpatia das testemunhas. Entretanto, o resultado foi inverso.

Nas redes sociais 99% das manifestações foram favoráveis ao direito do estrangeiro em trabalhar e buscar um novo futuro no Brasil. Alguns chegaram a insinuar que o careca deveria ser identificado e preso por autoridades. Outro foram além e disseram que precisaria de um "corretivo" - o que, na linguagem popular, representa uns "cascudos".

Leia também:
Refugiado sírio é ameaçado em Copacabana


O estrangeiro conseguiu comprar seu carrinho de trabalho há pouco mais de um mês e desde então tem trabalhado dia e noite para conseguir saldar a dívida de R$ 3,8 mil. Segundo sua mulher, desde que passou a ser acossado pelos mafiosos, ele tem mostrado preocupação: " a segurança da família está em risco!" Disse a mulher que é brasileira, mas convertida ao islamismo.

Ao gritar, conforme se vê no vídeo, contra o estrangeiro e usar o velho cântico de estádio - "eu, sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor" - , o careca, em vez de simpatia, despertou a ira. Por outro lado, o jovem Mohamed Ali virou celebridade. As pessoas tiram selfies e compram em volume ainda maior os petiscos sírios: doces e esfihas.

Na tarde desta sexta-feira o refugiado estava feliz como jamais a mulher o havia visto: "chego a dizer que ele está mais feliz do que no casamento!", disse a mulher que adotou o nome de Fátima após a conversão.

- Quer tirar um sírio do país? Tira o Temer! - Gritou um morador de Copacabana, na tarde de ontem, numa referência a ascendência do presidente ilegítimo.

 

Veja também:

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Careca que ameaçou refugiado sírio no Rio é da máfia do camelô
 

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