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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

Procuradora chamada de "querida" por Lula é campeã no recebimento de diárias

Dallagnol e Groba: enchendo a burra!
Dallagnol e Groba: enchendo a burra!
O jornalista Marcelo Auler foi atrás e descobriu algo que arranha ainda mais a já ofuscada imagem da Lava-Jato e seus procuradores esquisitões. Quem não lembra que há alguns dias um deles foi flagrado tentando receber reajuste sobre diárias já recebidas? Pois é. Teve um outro que comprou apartamento no programa Minha Casa, Minha Vida, do Lula, com juro subsidiado, afirmando que foi um investimento - mas com juro para a população pobre, excelência?


Desta vez o jornalista foi atrás de algo ainda mais cabeludo. E conseguiu. Postou em reportagem no seu site, o Marcelo Auler, que há uma "farra" na gastança de diárias entre os procuradores da Lava-Jato - aquela turma que aponta o dedo para todo mundo chamando de corrupto, chefe de quadrilha e o escambau.

Isabel Groba, aquela que disse ter se ofendido quando Lula a chamou de "
Querida" embolsou R$ 65 mil.

Leia aqui parte da reportagem de Auler:


"Para atender à Força Tarefa da Lava Jato de Curitiba nos seus anunciados objetivos de "combater a corrupção" e os gastos indevidos de recursos públicos, o Ministério Público Federal (MPF) se envolveu em um labirinto burocrático a ponto de pagar diária para procurador regional voltar para a casa da mulher e do filho.

Acontece na chamada República de Curitiba, a mesma que diz estar passando o Brasil a limpo. Não foi pouco dinheiro. Apenas no ano de 2017 (janeiro a agosto) o procurador regional da República, lotado na 3ª Região (São Paulo), Orlando Martello Júnior, embolsou em diárias R$ 63.654,37, para trabalhar em Curitiba. Ele foi criado na cidade e nela residem sua mulher, a também procuradora da República Letícia Pohl Martello e seu filho. Tudo, é verdade, dentro da legalidade.

Como também foi dentro da legalidade os R$ 29.259,52 que saíram dos cofres do Ministério Público Federal para bancar as 25,5 diárias de viagens que o coordenador da Força Tarefa da Lava Jato, o procurador da República recebeu, no mesmo período (janeiro a agosto). Como mostra o mapa acima, ele embarcou e desembarcou de 21 voos.

É pouco provável que ele tenha ido nove vezes a Brasília, oito ao Rio de Janeiro, além de passar por Porto Alegre, Boston e Washington a serviço das investigações. Muito provavelmente foi divulgar o trabalho da Força Tarefa e a defesa das 10 Medidas de Combate à Corrupção. Como ocorreu duas vezes, no Rio, em encontros noturnos com artistas. As 25,5 diárias por estes 44 dias de viagens saíram dos cofres do Ministério Público Federal. Terão sido bem aplicadas?"

Para ler toda a reportagem leia aqui.

 

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