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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017

Ministro da Saúde diz que médicos fingem trabalhar e governo finge pagar

Da Redação

Crítica feroz da entrada de médicos estrangeiros no país para atender a uma população desassistida, a Federação Brasileira de Médicos foi despertada do seu silêncio sepulcral no pós golpe por conta de declarações do ministro da Justiça do governo ilegítimo. Ricardo Barros disse que é chegada a hora do governo "parar de fingir que paga os médicos, e dos médicos pararem de fingir que trabalham".

A declaração, que mexeu nos brios dos burocratas das entidades médicas, foi dada nesta quinta-feira (14) enquanto Ricardo de Barros, engenheiro civil por formação, defendia medida de aferição de desempenho dos profissionais: um programa que pretende instalar equipamentos de biometria em todas as unidades de saúde da rede pública visando monitorar a jornada de trabalho.

_ Um médico que tem quatro horas de jornada, por exemplo. Ele pode dedicar cinco minutos para cada paciente e ir embora. Temos de ter uma média de desempenho - disse o ministro. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que cada consulta tenha, no mínimo, 15 minutos de duração.

Ele pediu ainda que as prefeituras paguem salários condizentes aos médicos para que se evite a evasão de profissionais para o setor privado - onde Ricardo Barros atua já que é representante dos planos de Saúde:

- Os munícipios que fazem concursos terão que dar uma remuneração adequada para evitar o abandono dos cargos. Nós abrimos 150 novos cursos de Medicina no Brasil recentemente. Em pouco tempo teremos oferta de profissionais que só se apresentarão para trabalhar no município se o salário for compatível", afirmou o ministro Ricardo Barros. Atualmente, a legislação obriga que o teto do servidor municipal seja o salário do Prefeito, o que pode ser um impeditivo para contratação.


A Federação Médica Brasileira reagiu às declarações feitas pelo ministro e classificou a afirmação como fruto do "desespero de tentar salvar um governo afundado em denúncias de corrupção".

O Conselho Federal de Medicina (CFM) disse que as declarações de Barros foram pejorativas, inadequadas e refletem a incapacidade do governo em responder às necessidades da população.

Vale lembrar que estas entidades criticaram a ampliação de quadros de médicos no país via Mais Médicos. Nenhum problema em preservar ou defender o emprego dos seus filiados. Mas o problema é que os médicos do programa do governo Dilma atenderiam especialmente brasileiros que residem em áreas onde jamais houve qualquer estabelecimento de saúde. E onde os filiados da Federação ou do Conselho jamais porão os pés. O nome disso? Você sabe!

 

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