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Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017

Botafogo foi punido pela falta de banco e de uma nova regra

Falta criminosa de Cuéllar em Matheus Fernandes
Falta criminosa de Cuéllar em Matheus Fernandes
Por Fábio Lau

A derrota do Botafogo para o Flamengo, na segunda partida da Copa do Brasil, pode ser debitada, em parte, a regra da Copa do Brasil. A impossibilidade de inscrever jogadores no curso da competição. No jogo decisivo o alvinegro carecia de um jogador chave que fez muita falta em campo enquanto sobrava ao Flamengo: a figura do maestro. Sem Camilo, Montillo (que mal chegou a estrear, mas é um mestre na função) e também Sassá, além da ausência de Pimpão, o Botafogo virou presa fácil para o Flamengo.

O volume de jogo do rubro negro fala por si. Suas jogadas eram mais bem organizadas e não raro deixavam algum atleta na cara do gol. Everton, Berrío, Diego, Guerreiro, e outros meias de aproximação eram parte da máquina que impulsionava a equipe e aprisionava o Botafogo na defesa.

Ao Botafogo restava os tiros de canhão que buscavam Roger - isolado entre Rever e Juan - ou Guilherme - também preso à marcação. João Paulo, improvisado no setor e também atento aos avanços de Arão, e Bruno Silva, lá e cá, não conseguiam ameaçar o gol do Flamengo.

O Botafogo não tem o mesmo poder financeiro dos adversários diretos. Sua ascensão elogiável se deve especialmente a capacidade de reinvenção do técnico Jair Ventura e a lampejos de jogadores de frente - especialmente Pimpão.

Chegou longe e poderá ir além se os recém contratados, especialmente Leo Valência e Marcos Vinícius, desencantarem. São jogadores de estilo agressivo e que precisam apenas de maior entrosamento - o que poderá acontecer agora que o time vai poder descansar no meio da semana e poderá repetir mais a equipe titular.

A falta criminosa que Cuéllar fez em Matheus Fernandes, e que nem mesmo foi advertido pelo juiz, poderia ter mudado o rumo da partida? Sim. Com menos um na marcação o Flamengo seria obrigado a abdicar de um atacante - àquela altura Berrío - e isso teria obrigado o rubro negro a buscar novas alternativas de ataque. Mas a verdade, absoluta, é que faltou peça de reposição para substituir os ausentes inscritos. Quanto a isso não há divergência de opinião.

Afora isso a partida do Maracanã foi marcada por dificuldades de alvinegros entrarem no estádio, cenas de racismo (flagrada pela polícia) e uma falta criminosa. Você está vendo esperneio da velha mídia? Nem eu.

 

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