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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2017

Policiais e Bombeiros permanecem de braços cruzados no RN

Via Correio do Brasil


Por Redação, com ABr - de Brasília:

Policiais militares, bombeiros e civis do Rio Grande do Norte permanecem parados. A paralisação teve início no dia 19 devido aos atrasos nos pagamentos de salários e ao que as categorias classificam como "más condições de trabalho". Na última segunda-feira, a desembargadora Judite Nunes, do Tribunal de Justiça estadual (TJ-RN), declarou ilegal a ação dos policiais e determinou o imediato retorno da categoria à rotina habitual de trabalho. Em sua decisão, a desembargadora alertou para o risco de aumento de saques e roubos, bem como sobre o risco de perdas de vidas em decorrência da situação.

Os policiais civis, que não estão de plantão, foram convocados a doar sangue. Eles esperam pela resposta do delegado-geral da Polícia Civil, a quem a diretoria do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública (Sinpol) pediu uma reunião a fim de discutir as condições para a categoria voltar ao trabalho.

Em nota, o presidente do Sinpol, Nilton Arruda, afirma que os policiais civis precisam receber os salários; para arcar com suas contas e se deslocarem até as unidades de trabalho. "Estamos falando de uma necessidade básica do trabalhador, que é o salário.

Os policiais civis ainda não receberam seus salários de novembro; nem o décimo terceiro e também não sabem quando vão receber o de dezembro. Ou seja, a situação chegou no limite do limite. Por isso, desde a semana passada temos realizado essas mobilizações", disse Arruda.

Assembleia



Já a Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares (Asspmbm) convocou uma assembleia geral para esta quarta; para esclarecer sobre a decisão da desembargadora. Em nota, a entidade afirma que não lhe cabe obrigar os associados a voltarem a patrulhar as ruas.

- Principalmente [quando isso] contraria dispositivos legais e de segurança. A decisão de aderir ou não à Operação Segurança com Segurança foi; e ainda é, individual de cada policial e bombeiro - sustenta a associação, alegando que os policiais militares e bombeiros atuam em situação precária.

Crise financeira



O governo do Rio Grande do Norte informa que enfrenta uma crise financeira decorrente de uma "combinação de circunstâncias"; como a crise econômica, a redução de repasses federais, seca prolongada; queda drástica na receita de royalties e aumento do déficit previdenciário. O estado pediu socorro ao governo federal.

Na semana passada, o Ministério da Fazenda vetou repasse de R$ 600 milhões do Orçamento da União ao Estado por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU). Na terça-feira, a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi; descartou ajuda ao Rio Grande do Norte com recursos do Orçamento.

Uma equipe técnica do Tesouro Nacional foi enviada ao estado para analisar a situação das contas do governo local; e conceder um empréstimo em troca de um programa de ajuste fiscal. Segundo Ana Paula, o Tesouro está atuando em parceria com o Banco Mundial para elaborar um plano de modernização da gestão pública no Rio Grande do Norte. Ela não deu prazo, mas disse que a missão será concluída no início de 2018.

De acordo com a secretária do Tesouro, existem diversas unidades da Federação com dificuldade; para manter a prestação de serviços públicos. Mas o governo federal precisa tratar todos os estados com isonomia.

 

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