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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2017

A academia dos Meninos Bons bancada com dinheiro suspeito

Grupo ligado a Aécio Neves
Grupo ligado a Aécio Neves
Sábado, 23, uma matéria sem muito destaque deu a oportunidade que o povo carioca talvez precisasse para compreender melhor sua elite e os pretendentes a cargos públicos que apelam para o "novo" no poder. O Globo revela que a PGR afirma que o senador Aécio Sempre Ele Neves recebeu propina de empreiteiras que foram usadas para a aquisição de novas academias de ginástica pertencente a um grupo do qual fazem parte o próprio, Luciano Huck, Ricardo Aciolly e Bernardinho, o técnico de vôlei da seleção brasileira que vai tentar uma vaga de governador no ano que vem.

A reportagem foi assinada por Bela Megale e Tiago Herdy. Ela revela números que dão formato mais realista a informação: R$ 50 milhões - R$ 30 milhões da Odebrecht e R$ 20 milhões da Andrade Gutierrez. O dinheiro chegou a Aécio para que fizesse lobby pelas empreiteiras na contratação das obras de construção da Usina de Belo Monte, da qual a estatal mineira, a Cemig, é sócia.

O dinheiro teria sido pago pela Odebrecht em Cingapura, através de uma offshore pertencente ao empresário Alexandre Aciolly e pela Andrade Gutierrez aqui mesmo, pela empresa Aalu Participações, que é dona da rede de academias Bodytech, onde ele é sócio também, de Luiz Urquiza, João Paulo Diniz e Luciano Huck. Aciolly, segundo o Estadão, é investigado por operações suspeitas.

Acciolly, ouvido pelo jornal, nega que o recebimento seja propina e o atribui a "um investimento" da empreiteira na sua empresa, da qual seria sócia. A Andrade Gutierrez rebate, dizendo que foi uma "opção de compra" de ações, não concretizada e hoje sem valor, usada como cobertura para o repasse.


Um dos sócios com representação em SP
Um dos sócios com representação em SP  


O fato é que o dinheiro existiu e há comprovação de seus movimentos.

No caso da Odebrecht, o ex-executivo Henrique Valladares diz que o acerto foi feito pessoalmente entre Aécio Neves e Marcelo Odebrecht, no início de 2008, durante encontro de ambos no Palácio das Mangabeiras, sede do governo mineiro.

A turma da balada e da night de Aécio está em polvorosa, porque tem mais gente "boa" metida nos negócios da Boodytech.

Com informaçõs do Tijolaço

 

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