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Futebol - Brasileiro

 

Terça-feira, 03 de Abril de 2012

Dispensado da Globo, Wright vai ser o conselheiro de arbitragem da CBF

Da redação

Não se deixe enganar. Ele não é Fla. É Flu.
Não se deixe enganar. Ele não é Fla. É Flu.
Parece provocação, mas é verdade. O polêmico ex-árbitro, atualmente comentarista de arbitragem da TV Globo, José Roberto Wright, foi convidado pela CBF para dar sua opinião sobre erros dos juízes nas quatro linhas. Ele será uma espécie de ouvidor desses assuntos na entidade. O acordo ainda não foi fechado, mas o próprio Wright admite que ele está encaminhado e vê com bons olhos a nova função. O convite partiu do novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, que está insatisfeito com o nível das arbitragens.
Se confirmado, o acordo vai dar o que falar principalmente em Minas Gerais. O árbitro é talvez a figura do futebol mais odiada pela torcida do Atlético Mineiro. Wright conseguiu ser o protagonista numa partida que contava com jogadores como Zico, Leandro, Mozer, Raul, Reinaldo, Palhinha, Éder e Toninho Cerezo.
Era uma autêntica decisão. Quem vencesse passaria para a fase seguinte da Copa Libertadores de 1981 - e, pela qualidade do elenco que tinha, seriam favoritos à conquista. Como estavam empatados com 8 pontos, Galo e Flamengo fizeram um jogo extra, em estádio neutro: o Serra Dourada, em Goiânia.
Os atleticanos já haviam estranhado o fato de um carioca apitar a partida. Logo aos 10min, Reinaldo, maior estrela mineira, fez uma falta em Zico e foi expulso. Muita reclamação. Minutos depois, Éder esbarrou no juiz e também foi expulso. Aí começou a confusão. Diretores, atletas reservas e imprensa cercaram José Roberto Wright. Palhinha e Chicão, na bagunça, também foram expulsos.
A partida foi reiniciada com a intervenção da PM. Com sete jogadores, ficaria impossível para o Atlético-MG. O goleiro João Leite então simulou uma contusão, o que motivou o fim da partida, já que o Galo passaria a contar com apenas seis atletas em campo. No tapetão, o Flamengo foi declarado vencedor do confronto - depois, o time carioca, que realmente era sensacional, ganhou a Libertadores.
Wright depois disso continuaria apitando, até com sucesso. Foi, por exemplo, o árbitro brasileiro na Copa de 1990, quando foi considerado pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) o melhor do torneio. A mesma IFFHS, em um levantamento de 2010, apontou o árbitro como o melhor brasileiro de todos os tempos, e o 23º no mundo. Apitou três finais de Libertadores e sete de Campeonato Brasileiro.
Mas seu nome nunca foi esquecido pelos torcedores do Atlético-MG. Se a CBF confirma-lo como ouvidor de arbitragem, pode-se esperar muita reclamação em Minas.

 

 
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