• Ouça a Rádio
  • Galeria de Fotos
  • Vídeos
  • Facebook
  • Twitter
Conexão Jornalismo é o primeiro site do país a merecer o selo verde.
Planvale

Busca

 
Audiência na TV

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018

Caetano entrevista Manuela D'Ávila
Audiência na TV

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook

Conexão TV

Terça-feira, 02 de Outubro de 2018

Globo X Record: nem nas pesquisas as emissoras combinam

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
VER +

Galeria de Fotos

 
 

 
 

Comunidade

home > colunas > empresarial

Empresarial

 

Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2018

Pezão paga 2,5% de reajuste, mas quer empresas pagando o dobro

Apelo ao espírito público: aumento que nem o Estado concedeu
Apelo ao espírito público: aumento que nem o Estado concedeu

As empresas de asseio e conservação, que chegaram a ficar um ano sem receber do governo do Estado, no momento mais contundente da crise financeira do Rio, reagiu a uma proposta encaminhada pelo governador Pezão que quer que elas façam o que ele não fez: dar um reajuste de 5% no piso salarial do Rio quando, o próprio governo do Estado, só oferece 2,5%. Em carta encaminhada ao governador, o diretor Superintendente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio de Janeiro(SEAC-RJ), José de Alencar, apelou para o "espírito público" de Pezão. Leia aqui.




"Excelentíssimo Senhor Governador do Rio de Janeiro Dr. Luiz Fernando Pezão,

Servimo-nos do presente, na representação de 1000 empresas de prestação de serviços de asseio e conservação no estado do Rio de Janeiro, que geram emprego de mais de 120 mil trabalhadores, muitos de baixa escolaridade e que moram em comunidades carentes, tendo em vista o colapso na economia em nosso estado, em que culminou com o fechamento de 30% das empresas e consequente desemprego de 15 mil trabalhadores diretos, solicitar o apreço de V.Exa. para que venha VETAR o irresponsável e injustificável percentual de 5% de reajuste no Piso Salarial do Rio de Janeiro, aprovado pela ALERJ em Sessão Plenária do dia 07/02/2018, bem como VETAR a inclusão ilegal da expressão "que o fixe a maior" no artigo 1o do projeto de Lei no 3674/2018.

Apenas à guisa de exemplo, estamos acompanhando as diversas datas bases em todo o País, e os reajustes salariais estão evoluindo para os patamares de 2% a 2,50%, acompanhando, inclusive, a V. mensagem para a ALERJ acertada de reajuste salarial de 2,52%.

Infelizmente, as empresas contratantes de serviços não suportam mais repasses de reajustes salarias em descompasso com a inflação, como quer a ALERJ, e já tivemos uma crise econômica em 2016 e 2017 sem precedentes, inclusive, com inadimplência de pagamento, pelo que a aplicação de um reajuste salarial agora, em total descompasso com a realidade, certamente prejudicará todo o setor empresarial, toda cadeia de fornecedores e obviamente a classe trabalhadora.

Desta forma, apelamos para o V. espírito público, no sentido de VETAR qualquer reajuste salarial em descompasso com a realidade, possibilitando que o mercado volte a crescer de forma sustentável".

Atenciosamente

José de Alencar
Diretor Superintendente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio de Janeiro - SEAC-RJ
Enviado do meu iPhone

 

Veja também:

>> A Tuiuti e o discurso de Geraldo Vandré: um encontro meio século depois

>> Globo ataca Tuiuti por acidente e esconde perfil do dono da Beija-Flor

>> Sobre as chuvas que caíram sobre o Rio de Janeiro....

>> Wanderley Guilherme dos Santos: "Lula não será candidato"

>> Ciclovia Tim Maia desaba no Rio - novamente

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
  •  
  •  
  •  comentário(s)
  •  
 
Pezão paga 2,5% de reajuste, mas quer empresas pagando o dobro
 

Copyright 2018 - WebRadio Programa Conexão - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go2web

Está no seu momento de descanso né? Entao clique aqui!