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Terça-feira, 09 de Fevereiro de 2016

Metade dos homens acredita que Bloco de Carnaval não é lugar para "mulher direita"

Da Redação

No Rio há um liberalismo maior do que em outros estados
No Rio há um liberalismo maior do que em outros estados
Pesquisa realizada em todo o Brasil tem dado o que falar no campo da igualdade de direitos: a metade dos brasileiros homens acredita que Bloco de Carnaval não é um lugar onde as mulheres "para casar" devam frequentar. Embora praças como o Rio de Janeiro e outras cidades do Estado tenham sido incluídas entre as demais, o número final se mostrou assustador. Entenda-se como mulher para casar, ou mulher direita, aquela que o homem médio, especialmente os mais religiosos ou conservadores, almejam um dia levar ao altar.

Uma carioca de 50 anos, ao ler a reportagem, comentou:

- Ainda bem que não sou uma mulher direita, mas de esquerda.

Por Alana Gandra, da Agência Brasil

Pesquisa feita pelo Instituto Data Popular, como contribuição à campanha Carnaval Sem Assédio, do site Catraca Livre, mostra que a maior parte da visão masculina ainda é machista em relação à participação de mulheres nos festejos de rua.

A pesquisa foi feita entre os dias 4 e 12 de janeiro, com 3,5 mil brasileiros com idade igual ou superior a 16 anos, em 146 municípios.

"O que existe por parte dos homens é uma naturalização do machismo", disse hoje (6) à Agência Brasil o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. De acordo com a sondagem, 61% dos homens abordados afirmaram que uma mulher solteira que vai pular carnaval não pode reclamar de ser cantada; 49% disseram que bloco de carnaval não é lugar para mulher "direita"; e 56% consideram que mulheres que usam aplicativos de relacionamento não querem nada sério.

Segundo Meirelles, o homem ainda tem uma visão de que a mulher é propriedade dele e que ela é feliz dessa forma, "como se a mulher tivesse que ser grata pela grosseria dele". A pesquisa confirma a percepção distorcida do sexo masculino que a mulher, ao participar de bloco de rua, quer ser assediada. "Isso tem a ver com o processo histórico-cultural no Brasil", disse.

Renato Meirelles lembrou que qualquer tipo de abordagem sem o consentimento da mulher é assédio. E o assédio, além de ser moralmente errado, dependendo do tipo é crime, e moralmente não funciona, lembrou.

A sondagem revela também que na percepção de 70% dos homens, as mulheres se sentem felizes quando ouvem um assobio, 59% acham que as mulheres ficam felizes quando ouvem uma cantada na rua e 49% acreditam que as mulheres gostam quando são chamadas de gostosa.

O lado feminino do assédio será objeto de outra pesquisa que o Instituto Data Popular divulgará mais adiante.

 

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