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Segunda-feira, 24 de Junho de 2019

Rio: endividamento de famílias tem o terceiro aumento seguido em maio

Arte: O Popular - endividamento
Arte: O Popular - endividamento


A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic-RJ) mostra que o percentual de famílias endividadas no mês de maio apresentou o terceiro aumento consecutivo e atingiu o nível de 61%, um acréscimo de 0,3 ponto percentual frente a abril. Na comparação com abril de 2018, foi observado um aumento de 0,8 ponto percentual. É a primeira vez, desde junho de 2018, que o percentual de endividados aumenta na comparação anual. O levantamento é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), apurado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC).


Desde maio de 2018, quando o índice atingiu 60,2%, os valores registrados oscilam entre -1,5 e 1,5 ponto percentual, depois de ter iniciado trajetória de queda em janeiro do mesmo ano. No mês analisado, observou-se que a proporção de famílias endividadas que ganham mais de 10 salários mínimos saltou de 40,7% em abril para 46,3% em maio. Entre as famílias que ganham menos de 10 salários mínimos, a quantidade de famílias endividadas ficou relativamente estável, com recuo igual a 1 ponto percentual e atingiu 64,8%.

Dentre os endividados, 76,9% (ou 46,9% das famílias) afirmaram que tem dívidas no cartão de crédito, o que equivale a um contingente de famílias 5,3 vezes superior ao volume de entrevistados com dívidas no carnê (14,5%), segunda maior modalidade de endividamento registrado em maio de 2019. Entre as famílias endividadas, o percentual de inadimplentes subiu pelo quarto mês consecutivo e passou para 28,7%.

O contingente de famílias que revelou não ter condições de pagar as contas em atraso subiu 0,3 ponto percentual em maio frente a abril e atingiu 13,5%, quarta subida sucessiva. O valor é 2,3 pontos percentuais superiores ao observado no mesmo período do ano passado. Aqui também percebe-se que a proporção de famílias que não terão condições de pagar suas contas entre as famílias que ganham até 10 salários mínimos (16,6%) registrou valor aproximadamente 3,5 vezes superior a proporção de famílias que não terão condições de pagar suas contas entre as famílias que ganham mais de 10 salários (4,7%).

O levantamento também analisou o tempo que as famílias, com contas em atraso, demoraram além do prazo para quitá-las. Em maio de 2019 foi de 65 dias, contra 63 dias em maio de 2018 e 63,6 dias em abril de 2019.

Assim como observado em abril, os tomadores de empréstimo alongaram o prazo para pagamento da dívida em maio. Na média, os agentes econômicos carregaram suas dívidas por 7,7 meses, cerca de oito dias a mais que o observado no mês anterior. Os tomadores de empréstimo tinham, em maio deste ano, 28,7% de sua renda comprometida com o pagamento da dívida, 0,6 ponto percentual superior ao mês de abril e 1 ponto percentual inferior a maio de 2018.

Do Monitor Digital

 

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