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Economia

 

Quarta-feira, 09 de Maio de 2012

Banca financeira mundial quer boicotar queda do juro

Por Saul Leblon - Portal Carta Maior

Desautorizado publicamente, Sardenberg entrou na muda
Desautorizado publicamente, Sardenberg entrou na muda

O que antes era veiculado em linguagem cifrada, escondida no jargão economês e com pretensa universalidade técnica, agora se dá de forma desabrida. A luta política assumiu as rédeas da agenda econômica. É salutar. Política é economia concentrada. O que essa densidade mostra nas últimas horas, porém, é preocupante. Assiste-se ao repto das finanças, uma vingança dos bancos contra as urnas e governos soberanos, o do Brasil entre eles, que decidiram rejeitar a espoliação financeira sobre a sociedade e o processo de desenvolvimento. Está acontecendo na Europa, mas aqui também. Saiba mais.

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Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Cristina Kirchner anuncia reestatização da YFP e quebra acordo com a Repsol espanhola

Por Saul Leblon (Carta Maior)

relações entre os dois países vão se fragilizar
relações entre os dois países vão se fragilizar

A Argentina renacionalizou as ações YPF pertencentes à espanhola Repsol. A decisão soberana, anunciada nesta 2ª feira pela presidenta Cristina Kirchner, em rede nacional de rádio e televisão, é uma resposta ao vampirismo que tem pautado a atuação do capital espanhol no setor. A Repsol detinha 57% da petroleira argentina privatizada em 1993 no processo de desmonte neoliberal do Estado argentino promovido pelo governo Carlos Menen. Em 2010 os investidores espanhóis extraíram um lucro de 1,4 bilhão de euros do subsolo argentino. A produção nacional de petróleo, porém, recuou quase 5,5%. Leia Mais

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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Juros: a resistência dos bancos privados em largar o osso

Carta Maior

Da Redação
O astronômico lucro das instituições bancárias foi o calcanhar de aquiles da festejada Era Lula. Embora não tenha dado dinheiro aos bancos como seu antecessor, o presidente do PT nada fez para reduzir os ganhos daqueles que há anos se habituaram a tirar tudo do correntista, em forma de taxas e serviços, e investir muito pouco em empresas e indústrias. Disposta a não repetir o erro do antecessor, a presidenta Dilma Rousseff faz desta uma das principais bandeiras de sua gestão: reduzir o juro e canalizar recursos para a produção em busca de maior crescimento, renda e emprego. Os ganhos de estrangeiros no mercado brasileiro, que paga taxas de até 10% ao mês, atraem divisas, mas inibem a capacidade de investimento. Mas os banqueiros, representados por Murilo Portugal, começam a apresentar suas armas. Leia o artigo de Saul Leblon

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Sábado, 03 de Março de 2012

O país que o Brasil poderia ser - Quanto a sangria financeira tem levado de futuro?

Carta Maior

O BNDES aprovou na 4ª feira um empréstimo de R$ 1,5 bilhão ao Senai. Somados a outros R$ 400 milhões da própria instituição, os recursos vão financiar um programa destinado a praticamente dobrar o número de vagas em cursos profissionais, chegando a 4 milhões por ano, em 2014. Além de duplicar vagas, o dinheiro é suficiente também para ampliar o total de escolas da rede, com a construção de 53 novos Centros de Formação Profissional, seis institutos de Tecnologia, sete institutos de Inovação e 79 unidades móveis. Apertem os cintos: tudo isso está sendo feito com o equivalente a menos de 10% do superávit fiscal recorde obtido em janeiro ; foram R$ 20,8 bilhões integralmente destinados ao pagamento de juros aos rentistas da dívida pública brasileira. A economia feita pelo governo com essa finalidade cresceu mais de 46%, comparado a janeiro de 2011. Numa aproximação grosseira, pode-se inferir que se 50% desse valor fosse canalizado em benefício da educação profissionalizante seria possível abrir quase 10 milhões de vagas em bons centros de ensino (e não há motivo para que não contemplassem também uma formação humanista), beneficiando maciçamente a juventude pobre do país. Hoje, de cada três crianças que ingressam na escola pública, apenas uma chega ao final do ensino médio.Outras duas ficam pelo caminho, incorporando-se ao mercado de trabalho sem qualquer amparo ou formação. Insista-se, são cálculos rudimentares. Mas eles ilustram o país que o Brasil poderia ser e, sobretudo, um pedaço dos obstáculos que o condenam à inércia incremental, insuficiente para construir a sociedade justa que seu povo exige e merece.

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Sexta-feira, 02 de Março de 2012

Conexão Jornalismo - Taxa de pobreza alcança seu nível mais baixo na AL: 6,5%

Da Agência France Press, desde Washington:

“O número de pobres que vivem com menos de US$ 1,25 por dia caiu a níveis recorde na América Latina no triênio 2005-2008, a 6,5% da população, a mesma tendência apresentada em todos os países em desenvolvimento, informou nesta quarta-feira o Banco Mundial.

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Quinta-feira, 01 de Março de 2012

Conexão Jornalismo - Crise européia pune principalmente população jovem

Taxa de desemprego passa de 1/5 da população economicamente ativa da Espanha, entre os mais jovens o drama é ainda maior, chega a 50%. O capitalismo fracassa e traz sofrimento aos povos

Da Carta Capital

Taxa de desocupação jovem mina a Zona do Euro
De todos os vários problemas da Zona do Euro, o desemprego entre os jovens talvez seja o mais perturbador. O índice nesta faixa da população é de aproximadamente 30% em Portugal e quase 50% na Espanha. O desemprego acima da média é a norma entre os jovens, mesmo em mercados mais liberais como o dos Estados Unidos. Mas a taxa de desocupação jovem na Espanha saltou quase 20 pontos percentuais entre 2007 e 2009, comparado com um aumento de 7 pontos nos EUA. As regulamentações do mercado de trabalho têm grande parte da culpa: enquanto trabalhadores mais velhos e difíceis de demitir se regalam com contratos permanentes, os jovens são geralmente contratados em base temporária, e mais fáceis de demitir.

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